terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

"TOM DE DESEJO"

Ando a ser mimada e vou partilhar com vocês mais um relato de outro leitor e visitante deste blogue, desta vez, vamos conhecê-lo por Shadow.
Esta foi uma partilha que me comoveu, pois apesar da fácil acusação de traição, este relato deverá ser lido tendo por detrás um forte e compreensível motivo para ter ocorrido, daí que quem nunca errou que atire a primeira pedra.

Continuo a aguardar mais relatos que me deixem com "desejos";)
O endereço de e-mail é:
desejoprometido@gmail.com

Beijos prometidos
D.
____________
Partilhando:

Esta história foi real e passou-se comigo (coisa que eu pensava só acontecer com os outros ou em filmes), aconteceu em setembro passado, numa visita a uma cliente em G., proprietária de uma loja de roupa lindíssima, mais velha que eu uns 5 anos (42 anos), casada e mãe de dois filhos. Recebeu-me no seu gabinete, sala situada por cima da loja, onde estava uma empregada no atendimento aos clientes. Começamos a conversar e do assunto que me levou até ela: sistemas de segurança, concluindo a apresentação da empresa e dos produtos, fizemos uma breve visita às instalações, começando pela loja e terminando num pequeno armazém, situado nas traseiras da loja, onde aproveitou para dizer que o marido teria que dar a sua opinião sobre o assunto. Manifestei todo o interesse em me encontrar com ele, ao que de imediato ela me respondeu que não valeria a pena porque estaria fora do país em trabalho e que todos os assuntos da loja seriam tratados com ela. Conversa puxa conversa, confessou-me que o marido já não lhe ligava nenhuma, ao que eu, espontaneamente, respondi que era um desperdício, pois era uma mulher lindíssima, ela de imediato corou e esboçou um sorriso malandro....
Eu também não me contive e sem querer olhei para o seu decote e reparei que tinha os mamilos durinhos e salientes. E pelo corpo lindíssimo que aparentava ter, tudo indicava que estava presente de uma mulher com um corpo perfeito e, sem olhar nos meus olhos, confessou-me que já não tinha relações com ninguém fazia dois meses.
 Eu perguntei-lhe como é que aguentava estar assim há tanto tempo sem ter sexo, ao que ela me respondeu que se masturbava imenso. Não aguentei porque uma das coisas que mais me excita é ver uma mulher a masturbar-se!
Nesse instante, comecei a sentir uma enorme vontade de a abraçar e beijá-la e notou-se involuntariamente um volume nas minhas calças, que tentei disfarçar colocando a mão no bolso. Mas tarde demais! Ela tinha reparado e mais uma vez esboçou um sorriso de desejo...
Avancei, encostei os meus lábios aos dela e dei-lhe um beijo sentido. Foi correspondido, dando-me um abraço forte e muito sentido. Encostava o peito ao meu, roçávamo-nos mutuamente, senti-a a gemer baixinho, senti-a quente. Devagarinho encostei-a contra umas caixas de papelão que ali estavam, beijava-a na boca, as nossas línguas perfaziam uma espécie de dança, as minhas mãos desciam em direcção ao seu peito. Tinha uma camisa branca, com um soutien de renda  por baixo, seus mamilos pareciam que furavam a roupa de tão excitados que estavam. Acariciava seu corpo cada vez com mais intensidade e foi quando meti a mão por debaixo da saia, estava a escaldar e mal lhe toquei na cuequinha (fio dental) senti-a toda molhada. Levei os dedos à boca, tinha um sabor divinal e o seu cheiro era afrodisíaco.
Nessa altura, já a mão dela estava a desabotoar-me as calças e soltando o meu pénis já enorme e muito duro. Sem demoras ajoelhou-se, colocando-o na sua boca.
Foi delicioso, excitante! Nunca antes algo semelhante me tinha acontecido. Queria possuir aquela mulher, que era tudo aquilo que eu fantasiava, queria sentir o seu sabor, queria sentir um orgasmo dela na minha boca!
Depois de sentir a cuequinha dela molhada já não havia volta a dar, tinha a certeza que iríamos ter de fazer amor. E, nesse instante, baixei-me e levantei-lhe a saia, tinha um fio dental lindíssimo de renda preta, (que eu adoro). Beijei-lhe as virilhas, o ventre, ao mesmo tempo que sentia o cheiro maravilhoso da sua vagina. Passei a língua pelo seu clítoris, estava duro e molhado, com os dedos penetrava-a devagarinho. Então com as mãos agarrei-a pelas nádegas e puxei-a contra mim, penetrando-lhe a vagina com a minha língua. Queria sentir um orgasmo dela na minha boca e, nesse instante, senti o seu corpo a estremecer e suas mãos a acariciarem o meu cabelo, veio-se com imensa intensidade! Escorríamos, devido ao calor, estávamos suados, o seu sabor era divinal e, então, levantei-me e virei-a de costas, encostei-me a ela, penetrei-a por detrás, ao mesmo tempo que acariciava o seu peito. Beijava-a no pescoço e nuca, o seu cheiro a perfume deixava-me ainda mais excitado, fazia um esforço para não me vir logo, mas era complicado gerir tanta excitação, nunca tinha estado com uma mulher que estivesse tão molhada e isso excitava-me imenso, pois só em filmes pornográficos eu via mulheres assim. Estava a realizar um sonho, uma fantasia, que eu apenas pensava ser possível aos outros e em filmes. Não queria que aquele momento terminasse!

Mas não aguentei mais, tive um dos orgasmos mais intensos que tenho memória. Era a mistura de um corpo lindo, um cheiro maravilhoso, um sabor divinal com uma vontade do outro mundo. O meu sémen escorria-lhe pelas pernas abaixo, tinha as pernas a tremer e senti-a assim também, demos um abraço, ficamos corados com vergonha, pois tinha sido animalesco, um instinto antes reconhecido apenas aos animais e tínhamos acabado de sentir algo que nunca nos tinha acontecido antes. Olhei-a nos olhos, queria continuar a mimá-la e receber os seus beijos e carinhos, mas estávamos em pleno armazém e com a consciência que podia alguém entrar. Vestimo-nos à pressa e fomos para o escritório, sentámo-nos numa mesa de reuniões, ninguém falava. Apenas nos olhávamos nos olhos, ainda com desejo, pois tinha sabido a pouco, era um daqueles momentos em que faríamos amor varias vezes de seguida, ficou prometido um novo encontro com tempo para conversar, namorar, mas nunca nos podíamos esquecer que ambos éramos casados e que aquele era um fruto proibido.

Mas estava a ser difícil resistir, a distância não ajudava, pois era raro ir para o norte, porém estava desejoso por tê-la novamente. Trocamos vários e-mails a descrever o momento e cada vez que via um e-mail dela era tão intenso, que parecia que estava novamente na sua presença.
A relação começou a aquecer ao ponto de trocarmos fotos dos nossos corpos e de fazermos sexo virtual. Adorei, pois nunca me tinha masturbado antes pela webcam, ela fugia às escondidas da cama, onde dormia com o marido para estar comigo pelo computador, chegou uma noite em que estivemos das 2h da manhã até às 6h, fizemos varias vezes amor, separados por quilómetros, mas próximos pelo desejo, cada vez que a olhava via uma mulher lindíssima a soltar-se para mim, adorei, adorei!!!
Havia muito mais para contar, porque houve muitas emoções, mas aqui fica o meu contributo para ti, espero que tenhas gostado......
Beijo grande
Shadow"

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Partilha

Sabendo da minha paixão por esta temática, um leitor e visitante deste blogue, que quer ser conhecido por P., partilhou comigo este relato, que simplesmente adorei, obrigadaaaaaaa!
Adoraria que mais "leitores" o fizessem...Há mais alguém com coragem para "partilhar" e me deixar com "desejos"? 
O endereço de e-mail está expresso no blogue, mas relembro-o:
 desejoprometido@gmail.com

Fico a aguardar, com expectativa!
Beijos prometidos
D.

E agora a partilha:


"A minha primeira sessão de dominação"
"Aconteceu com uma mulher que conheci na net, numa sala de chat na altura tinha 22/23 hoje tenho 31, ela era mais velha deveria ter seguramente mais 9 ou 10 anos do que eu, pois deveria andar pelos 30, 31 ou 32 anos.
Conhecia-a quando a curiosidade com assuntos, como o strapon, a inversão, a submissão, começou. Eu perguntava, ela...explicava até ao dia que lhe disse que gostava de experimentar, ela disse que sim, mas não disse quando.
Fomos falando no MSN até que um dia...ela disse AGORA!
Era o dia! Ela avisou-me que seria naquele ou nunca mais seria, eu nesse dia nem carro tinha, tinha tido uns problemas mecânicos mas...como realmente a curiosidade era tanta, chamei um táxi e fui!
Ainda me lembro onde era no Porto, uns prédios altos muito altos, ela morava num andar alto, pelo 10º 11º andar. Fiz como combinei com ela, ou seja, quando chegasse ao local combinado, tocaria no andar dela.
Ela, mãe de filhos, embora solteira, advogada, tinha uma vida para proteger. Recatada na vida pública, não queria que se soubesse, nem se desconfiasse da sua vida privada… quando toquei, ouvi a sua voz pela primeira vez, apenas respondeu: - Não utilizes o elevador, vem a pé.
Abri a porta, dirigi-me às escadas e comecei a subir.
A situação para a qual me dirigia só por si já me deixava nervoso, com pouca força nas pernas, quanto mais ter de subir todos aqueles andares...
Ia a bater à porta, quando esta se abriu.  Era ela, uma mulher pequena (eu tenho 1,84), ela teria 1,60, 1,55m, vestida como se fosse trabalhar para um qualquer escritório. Ia cumprimentá-la com um beijo, quando ela disse para ir para a sala (apontou a direção) e disse para esperar lá enquanto ela se arranjava… assim fiz.
Nervoso, trémulo a questionar-me o que lá fazia (o perigo de tal situação começou), pensava no que me poderia acontecer sozinho, num apartamento de uma pessoa que não conhecia nem sabia se estava lá mais gente...
Resolvi afastar os pensamentos mais escuros e...sentei-me no sofá à espera dela…
Esperei bastante, não sei se 15 minutos se 1 hora, dado que sentia que o tempo não passava e eu...desesperava. Até que, aquela mulher, que parecia uma executiva há pouco, tinha-se transformado: vinha com um fato tipo rede de pesca salto alto, cabelo solto, segurava numa mão uma coleira…entra na sala e manda-me despir:
- Ainda estás assim? -pergunta ela- Despe-te!
Eu, envergonhado,  não sabia se ria ou chorava…bloqueei.
E ela repetiu:
- Não te sabes despir, queres chamar a mamã?
E eu, embaraçado comecei a tirar a roupa, os sapatos, as calças, a camisola, a camisa, as meias... e deixei-me ficar de boxers.
Ao que ela disse:
- E os boxers não tiras porquê? Tens vergonha de mostrares a pilinha. Olha que já vi algumas, e com certeza bem maiores do que a tua!
Só que  eu não tinha tirado ainda os boxers porque toda aquela situação me tinha excitado, estava com o pau duro, já com a cabeça melada...mas, ganhei coragem e despi-os.
Ela quando me viu assim excitado riu-se e disse:
- Coitadinho, ainda não viu nada e já está com o pau duro... Põe-te de 4, cadela -ordenou ela.
Ao que eu obedeci prontamente.
Ela, com o chicote, foi-me...examinando,  levantou-me a cara com o chicote, arqueou-me as costas, abriu-me as pernas... Até que, sem outra forma de o fazer com o chicote, mandou-me abrir as nádegas,  depois de as abrir, ela foi batendo com o chicote na zona perianal e disse:
- Que cadela vagabunda, vê-se bem que és uma cadela de rua, uma cadela porca
temos de ir tratar desses pêlos todos!
Colocou-me a coleira, e encaixando a trela, dirigiu-me até ao wc.
No wc, deixando-me naquela posição (de 4), com o meu auxílio, depilou-me todo à gilete: no rabo, no períneo, no pau... Só fiquei com pelo na cabeça e debaixo dos braços.
Largou a trela e desapareceu por alguns momentos, eu...fiquei na mesma posição, sem me mexer, minutos depois reapareceu, trazia um tubinho que não sei o nome, mas que tinha efeitos laxantes (embora na altura eu não sabia do que se tratava), deu-mo e disse para o meter dentro de mim.
- É pra ficares limpa por dentro.
Introduzi a parte afiada no rabo e...fiquei sentado à espera, conforme a ordem dela…o efeito foi rápido, e logo logo aconteceu o efeito pretendido.
Ela continuou no wc sem sair o que me deixou numa posição muito desconfortável  pouco depois, ela calçou uma luva de enfermeira e mandou-me ficar de 4 novamente, atrás da porta havia um instrumento parecido com uma botija de água quente com uma mangueira (um enema, clister)... ela encheu a garrafa com água e misturou com uns quaisquer sais com cheiros agradáveis).
Disse que ia meter a mangueira dentro de mim, e eu teria que fazer força e aguentar, sem evacuar. Depois de ter acabado o "tratamento" mandou-me novamente para a sanita, e aí sim, pude evacuar e sentir-me...muito melhor, mais livre, mais...leve
Ela saiu por instantes, e quando voltou mandou-me ir para a banheira.
- Deita-te na banheira de barriga para cima, cadela!
Assim fiz e ela, logo depois, entrou para a banheira também e, ao meu espanto, posicionou-se de pé, mas de costas para a minha cabeça e...ficou agachada de cócoras em cima da minha cara abriu o fato de rede, desviou a cueca para o lado e...começou a fazer xixi em cima de mim, na cara, no peito!
Fiquei inicialmente sem reacção, nunca pensei que me acontecesse um episódio de iniciação com “chuva dourada”, mas...tempos depois a situação excitou-me e eu fiquei com o pau duro novamente, ao que ela não ficou alheia.
- Eu sabia - disse ela - és mesmo uma puta de rua, sabia que gostavas de uma boa mijadela agora, limpa-me a cona com essa tua língua, até ficar limpinha.
E, meio enojado, mas excitado, assim fiz.
Posteriormente, ela saiu da banheira, lavou-me (inclusivamente o rabinho), deu-me uma toalha para me secar e mandou-me ir de gatas para o quarto.
Minutos depois regressou do wc, eu estava seco e nu sentado em cima da cama, quando ela se dirigiu a uma das gavetas do quarto e me atirou com umas cuecas de mulher rendadas.
- Veste isso, puta!
Mas, como estava de pau duro, o pau ficava de fora da cueca.
De cuecas de mulher e de coleira, ela mandou-me ficar de 4 novamente, trouxe uma mala para junto de mim, e pegou num frasco de lubrificante KY, com a luva calçada, espremeu o lubrificante e passou-mo de forma circular no cu, a ambientar-me ao frio e com uma consistência desconhecida, estava a excitar me!
Escusado será dizer que durante toda aquela massagem o meu pau esteve sempre duro, até que chegou o momento em que ela parou o movimento circular e meteu um dedo dentro de mim, meteu e tirou e voltou a meter.
Era a primeira vez que estava a ser penetrado, fodido e eu, timidamente, comecei a gemer, não conseguia segurar, era um prazer muito grande e ela dizia:
-Isso, puta, não tenhas vergonha, geme, eu não me importo, geme enquanto te fodo o cu, é bom não é?
E continuou os movimentos durante um bom tempo, até que, tirou da mala dois dildos, um pequeno e fino e outro grande e grosso.
Pousou o grande (o que me deixou com um certo alivio), muito embora me tivesse dado prazer com o dedo, não iria aguentar uma coisa daquele tamanho dentro de mim, continuou a mexer na mala dela e, tirou uma cinta que, imediatamente, vestiu. Colocou-se à minha frente, e vestiu-a como se de uma cueca se tratasse, logo depois, encaixou o dildo pequeno na dita cinta, puxou-me pela coleira e fiquei ajoelhado à sua frente (escusado será dizer que tinha o consolo em frente à minha cara). Ela pôs-me a mão na cabeça e disse para a chupar.
- Chupa, putinha, sei que gostas! Ordem é ordem e puta é para foder!
Eu tentava afastar a boca do consolo mas foi um esforço infrutífero,
Inicialmente sem qualquer jeito (nunca tinha metido um objecto fálico na boca), mas depois, com as dicas que ela me ia dando, lá fui chupando, mamando, mamei no pau dela até me lambuza, até que ela me mandou parar!
- Já chega, puta, isso é que é mamar com vontade! Vem atrás de mim!
Seguia-a até ao guarda-fatos do quarto, guarda-fatos esse que era espelhado, ela posicionou-me de 4 em frente ao guarda-fatos e pôs-se atrás de mim
- Agora, putinha, chegou o grande momento, o momento que toda a putinha espera que aconteça um dia, vais-me dar o cuzinho e eu prometo que vou ser meiga - disse em tom de gozo.
Pôs-se de joelhos atras de mim, e, devagar, começou a introduzir o dildo dentro de mim. Muito embora bem lubrificado e bem trabalhado com os dedos, o dildo sentia resistência a entrar, ao que, ela prontamente, cuspiu-me no cuzinho e fez ainda mais força, sem mais resistência...o dildo entrou todo.
E eu...de olhos fechados a aguentar...senti-o todo dentro de mim, era uma sensação estranha, mas que até era boa.
Com o pau todo melado e o cu cheio estava...muiiiito excitado
Ela parou por breves momentos e...reiniciou, agora em sentido contrário: a tirá-lo de dentro de mim e depois, novamente, no sentido oposto…o entra e sai…o mete e tira, a foder-me bem fodido.
- Olha para o espelho, querida, olha, vê a tua cara de prazer. Isso geme, puta, sente este caralho todo dentro de ti- dizia-me gemendo ela também.
E eu, sem qualquer pudor ou vergonha, olhava para o espelho e gemia, gemia de tanto prazer, que sentia o meu pau cada vez mais duro e mais...melado.
Saiu de trás de mim, e encaminhou-me para a cama, deitou-me de barriga para cima, e pôs-se em cima de mim, tipo...frango assado, fodeu-me mais uma vez, até que disse :
- Está a ter pouco resistência, de certeza que eras virgem? – Diz-me ela em tom irónico. - Nunca utilizei o outro dildo na primeira vez, mas vai ter que ser...
E assim foi, saiu de dentro de mim, despiu-se, voltou a vestir a cinta e nua colocou um dildo grande e grosso. Não posso dizer o tamanho certo, mas era com certeza do tamanho do meu pau ou maior, e o meu tem 19 cm!
Não aguentava aquele tesão, estava a ser a noite da minha vida, nunca pensei que ser comido por uma mulher fosse tão...bom!
Ela, com o dildo colocado, sentou-se em cima da minha cara, dizendo:
- Lambe, puta, faz-me vir na tua cara! Não és só tu que vais gozar! Quero-me vir na tua cara!
Esfregava-se toda na minha cara, boca, nariz, até que, se veio toda gemia e escorria e esfregava-se, sujava-me a cara toda com todo o seu mel e eu, sempre de pau duro!
Cada vez mais e mais excitada, saiu de cima da minha cara e voltou para cima de mim, colocou a cabeça do dildo na entrada do meu rabo e começou a meter bem devagar e, efectivamente, começou a entrar e a entrar e eu...a gemer cada vez mais alto, até que, estava todo dentro de mim. Tinha o cu cheio, mas doía. Mas era dor e prazer misturados, sensação que nunca tinha sentido, gemia, gemia muito, até que não aguentei, e pela primeira vez disse:
- Fode-me, fode-me todo!
E ela, então sim, começou a foder-me, como realmente se deve comer um cu. E eu gemia, rebolava, até que, sem aguentar, e sem nunca tocar no pau, vim-me, vim-me todo, esporrei-me todo, sem qualquer controle, para o peito, para a cama, para a cara, fiquei todo sujo e ela louca a meter e a tirar até que parou com o dildo dentro do meu cu. Confesso que foi a primeira e única vez que me vim sem tocar no caralho, apenas a levar no cu, orgasmo puro….
Depois… bem, depois de eu ter gozado, ela quis também, sempre numa posição dominadora, embora passiva ou seja, tive que a foder e aí sim, não era novidade para mim, só fiquei surpreendido quando ela, ao ouvido (enquanto a fodia) disse:
- Não és só tu que gostas de levar no cu! Eu adoro, ainda mais depois de toda a excitação que me proporcionaste! Adorei!"
FIM
(escrito por  P.)


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Queres(-me)?

Envolve-me num doce abraço, a tua pele a tocar a minha quente e febril por tanto tempo de espera.
As tuas mãos a aquecerem-me, a lerem-me com a ponta dos dedos, desvendando os meus segredos mais íntimos.
Os meus seios nas tuas mãos, a tua língua a beijar-me a pele sensível do pescoço, a arrepiar-me a pele.
Sentir-te em mim, tão dentro de mim, fundo, deliciosamente, todo!
O amplexo dos teus braços quentes, o fogo a correr nas veias...
Deixares em mim o teu cheiro, a tua essência.
E só me apetecer pedir que recomeces uma e outra vez, enquanto as nossas bocas se (re)encontram de novo!

 Queres(-me)?

Beijos prometidos
D.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Frio?


A protecção civil aconselha a beber líquidos quentes para  combater o frio...
Aqui ficam as sugestões do dia, para um sábado mais quente.

Beijos prometidos
D.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Procura-se

Mulher exausta procura homem com dose de ternura  suficiente para a ajudar a recuperar!

Enquanto não aparece, vou tentando cumprir com tudo...

Beijos prometidos
D.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Explicação...integral (parte I)

"Ele observou-a atentamente após a explicação da dúvida de Matemática. Tinha-se deslocado a casa dela aflito por tentar perceber o complicado teorema que sabia que ia de certeza sair no exame final.
Afinal aquele professor era lixado e só iria pensar em "complicar" a vida daqueles adultos que tentavam subir nas carreiras "congeladas" à custa de mérito próprio e aumento de conhecimentos. Nunca tinha olhado para ela com "olhos de ver", como diz o povo, mas agora ali, em casa dela, a observar os reflexos do fogo da lareira a brincarem com o seu cabelo apercebeu-se que sustinha a respiração, encantado. Não compreendia se queria estudar ou beijá-la apaixonadamente, sua cabeça pareceu ficar mais confusa ao ver a sua magnífica silhueta apertada numas calças de ganga justas e uma blusa que lhe contornava o peito, embriagado pelo seu perfume, balbuciava-lhe os seus problemas e dúvidas de matemática sentado há horas naquela mesa da sala.
Ela, sentada ao seu lado, aproximando-se para mais perto dele, enquanto as explicações decorriam. Ele distraia-se cada vez mais, nem querendo olhar para o lado, mas a sua proximidade deixava-o inquieto e acabava por se perder a olhar para o seu peito, depois, tentava concentrar-se e olhava para ela, fixando o olhar nos movimentos dos seus lábios rosados.
Ela, apercebendo-se que ele estava perdido e desconcentrado, afagou-lhe a cara.
- Calma, estás muito distraído! Para onde estás a olhar?- pergunta-lhe curiosa.- Para ti -responde ele timidamente.
Surpreendida ela olhou para ele, sempre o tinha visto como um aluno, apesar de ele ser um adulto de 35 anos, pois levava muito a sério a responsabilidade de o estar a preparar para aquele exame da faculdade, mas também sentia que havia algo estranho, naquele dia, no ar.
Engoliu em seco e fixou seu olhar no dele, parecendo sondá-lo sem perguntas...Propôs, então, que fizessem uma pausa, pois já estavam a trabalhar há imenso tempo e mereciam descansar um pouco e bebessem um café e um licor no sofá, para porem a conversa em dia.
Há muito tempo que não conversavam sobre assuntos pessoais, sempre a maldita matemática a interpor-se entre eles como uma barreira.
Ela levantou-se, espreguiçou-se languidamente como uma gata, convidando-o a acomodar-se no sofá, enquanto ela  ia até à cozinha para fazer o café .
- Escolhe algo para bebermos aí do bar, qualquer coisa para mim está bem! Há gelo nesse balde térmico - disse-lhe com um sorriso terno.
Ele levanta-se aliviado da tensão dos estudos, meio perdido na casa nova deu com o carrinho dos licores, aproximou-se e, no meio da oferta, pôs-se a pensar no que seria o seu favorito...recordou-se de ela ter dito que gostava muito de Baileys e decidiu-se a servir duas porções generosas com gelo, pousou os copos na mesa de serviço, em frente ao sofá, bem perto da quente lareira e aguardou o seu regresso, colocando-se de lado no sofá, enquanto falavam ao longe de temas banais das suas vidas.
Eis que ela se aproxima com duas chávenas num tabuleiro, inclinou-se para ele e deu-lhe uma chávena e mais uma vez sente que o olhar dele se fixou no seu decote. Ela sorriu e sentou-se pondo-lhe a mão na perna, este quase saltou face à onda de desejo que o percorreu.
- O que se passa porque estás tão nervoso? - Pergunta-lhe ela
Ele olhou-a bem no fundo dos olhos, respirou fundo e disse-lhe:
- Vamos beber o café antes que arrefeça. Espero que gostes do que escolhi para bebermos, juntei-lhe 2 pedras de gelo, porque parece-me que te tinha ouvido dizer que era assim que gostavas! Depois falamos do motivo do meu nervosismo, ok?
- Ok, tens razão. Vou só pôr uma música de fundo para estarmos mais confortáveis. – Responde-lhe ela com um sorriso enigmático.
Levantou-se e ao baixar-se para escolher o CD para colocar na aparelhagem espetou um traseiro redondo, que pareceu enfeitiçá-lo com tanta sensualidade. Acende umas velas aromáticas e baixa a intensidade da luz antes de voltar a sentar-se junto dele.
- Assim estamos melhor, afinal merecemos um ambiente acolhedor depois de tanto trabalho! - Disse-lhe ela, piscando o olho.
Bebem o café, falando de banalidades, o último livro que tinham lido, o último filme que tinham visto, achando piada ao facto que tinha sido o mesmo. Passam para o licor que começam a bebericar mais descontraídos. Ela deixa cair uma gota de Baileys, que escorre pelo canto da boca e que ele se apressa a limpar com o dedo, levando-o à boca e chupando-o enquanto olha para ela.
- O Baileys sabe ainda melhor bebido assim de ti! – Sussurra-lhe ele com voz rouca de desejo.
Ela sorri maliciosamente com tal ousadia, apercebendo-se que, subitamente, o seu nervosismo pareceu desaparecer. Sabe que ela é a causa e lambendo os lábios, olha fixamente para ele, com os olhos brilhando.
-Ohhh -diz ela - atirando o peito pra frente e rindo! - É mesmo? Talvez deva experimentar o Bailey’s dessa maneira...
E chegando ao copo dá um suave trago, mas não engole o néctar, inclina-se para ele e beija-lhe os lábios suavemente...ao que ele corresponde selando os lábios nos dela, seus corpos aproximam-se e beijam-se apaixonadamente. Quebrou-se o gelo e, entre murmúrios de prazer, ouve-se a música de fundo, o crepitar da lareira e o gelo a estalar no copos.
- Uiiiiiiiiiii que delícia é beber assim de ti, tinhas razão- diz ela, de forma sedutora.
Ele encosta-se sobre ela e fá-la deitar no sofá, beijando-lhe o queixo, mordiscando-a ao de leve, surpreendido com o desejo avassalador que sente. Volta a beijá-la, circundando-lhe os lábios com a ponta da língua. Beija-a lentamente, saboreando-a, degustando-a como se quisesse matar a sede que durante toda a noite sentiu dela.
As respirações começam a alterar-se e ele vê-a arquear o corpo de encontro ao seu. Sussurra-lhe:
- Há horas que me apetecia beijar-te, tocar-te assim, toda, sem deixar um pedacinho de ti por provar, minha loucura. E assim será, minha professora!
Ele beijava-a sofregamente, apertando o corpo contra o dela, a língua começa a bailar dentro da boca dela digladiando-se com a sua. Suas mãos ansiosas percorrem-lhe a cara, passa os dedos pelos seus cabelos, agarra-lhe a face e deixa as línguas envolverem-se em rituais de acasalamento de cobra.
Ele delicia-se ao sentir-lhe os mamilos erectos cravados no seu peito e a sua anca a rodar, roçando o seu ventre na cintura dele...
Impelido pelos gemidos que ela profere, o desejo cresce desenfreadamente, percorre-lhe o peito com as suas mãos fortes, levanta-lhe a camisola e segue serpenteando a língua molhada pelo seu torso, pela barriga quente até chegar aos seios, deixando um trilho de fogo na pele. Tocando, acariciando cada milímetro da pele exposta, como há muito desejava fazer.
A respiração arquejante dela transforma-se música para os seus ouvidos, convidando-o a passar a língua pelos seios por cima do soutien. O gemido dela é tão doce, que sem receio, lho desaperta, soltando os seios que tremeluzem à luz do fogo e das velas. Passa a ponta da língua pelos bicos erectos, duros de tesão, chupando-os levemente e arrepia-se quando sente as mãos delas a prenderem-lhe a cabeça de encontro a eles.
Então ela prende-lhe os lábios, num beijo húmido e quente. Ele encosta-se ao corpo, sentido labaredas a correrem-lhe nas veias, roça-se levemente nela, num convite mudo. Ela, ofegante, sai de baixo dele e diz-lhe:
- Agora é a minha vez! Também tenho fome de ti!
Ele, estarrecido, rende-se à investida de tanta sensualidade.
Puxa as almofadas do sofá e uma manta para junto da lareira e fá-lo deitar-se, ajoelha-se na sua frente e desaperta-lhe a camisa botão a botão, beijando com volúpia a pele exposta. Tira-lhe a camisa e vê deliciada o tronco moreno de músculos bem definidos. Passa a língua pelos lábios e diz-lhe:
- Vou-te devorar…
Ele fica só de boxers bem justos ao corpo, pretos, delineando a sua masculinidade.
Ela geme de puro tesão ao vê-lo duro sob aquela sensual peça de roupa. Morde o lábio inferior, passa a mão pelo contorno do caralho duro e diz-lhe:
- Que tesão de gajo! Há muito que tinha fantasias nocturnas contigo, que só passavam quando me tocava, imaginando que eram os teus dedos, a tua boca, o teu caralho que me tocavam!
- Agora vais ter o que desejas - diz ele enquanto lhe afaga a cara e lhe coloca a mão nos boxers. - Vai lá,  e há muito que ele espera para ser libertado!...
Ela com a mão esfregando aquelo sexo duríssimo solta um “Aiiiiiiiiii“ languido, dizendo:
- Quero tanto o teu caralho! Dá-mo!
 E, num ápice de volúpia, puxa-lhe os boxers pra baixo fazendo o seu pénis saltar como uma mola, batendo-lhe na cara. Ela roça gulosamente a face por ele e apressa-se a beijar a cabeça do pénis, chupa-o desenfreadamente.
Ele geme como um doido dizendo:
- Isso linda!  Ai, amor, chupa-me todo! Como é bom ser sugado assim por ti!
Mas ela larga-o e diz-lhe
- Não tenhas pressas, querido, ele agora é meu!
 E abranda o movimento, para agora apenas brincar com ele nas suas mãos, enquanto o olha nos olhos embevecida. As pernas dele estremecem com o seu toque. Ela inclina-se e retira de cima da mesa o copo, donde tira uma  pedra de gelo, que segura entre os lábios, passando-a, lentamente, pela barriga dele, num jogo entre o frio do gelo, e o calor dos seus lábios.
- Ai meu deus, que vais tu fazer? - Geme alto, contorcendo o corpo - Fode-me,  por amor de deus! Não me faças sofrer com tanta espera - Implora-lhe.
- Vais saber o que é sentir tesão- responde-lhe ela.
Ela não desiste da sua doce tortura, dá-lhe gozo o poder e ver que aquele  corpo másculo se rendeu à sua mestria.  Em seguida passa-lhe o gelo nos seios, lambe-o e apalpa-lhe o sexo. Afinal os 40 anos dela sempre lhe dão 5 anos de experiência em relação a ele. Passa com a pedra de gelo pelo seu pénis duro, para logo de seguida o deixar sentir o toque de fogo da sua língua.
Volta a abocanhá-lo, chupando-o com uma lentidão torturante, deliciando-se com o seu sabor, sentindo o calor daquele caralho duro a derreter o gelo na sua boca. Sobe o corpo para o beijar, dando-lhe a provar o seu próprio sabor levemente salgado…
Ele delira, mas depois de tanto tempo desejando secretamente aquela mulher, rende-se às evidências, seu corpo vai explodir! E fora de controle pede-lhe:
- Chupa-me até me vir, amor! Chupa-me com boca maravilhosa que estou-me quase a vir!
Ela corresponde ao pedido e começa a chupá-lo com mais intensidade, enquanto enfia um dedo na boca dele e vibra de prazer enquanto ele lho chupa. Passa com esse dedo molhado pelos mamilos dele, enquanto a boca gulosa prossegue o seu movimento de vaivém cada vez mais rápido. Os gemidos de ambos ecoam pela sala, juntando-se ao som da música.
Ela sente o pénis dele latejar dentro da sua boca e apressa-se a domar aquele rolo de carne que pulsa desmedidamente! Ela, também louca de tesão, resolve agora dedicar as suas mãos aos tomates do seu macho e, enquanto lhe devora o pénis com a boca, bate-lhe ao mesmo tempo uma punheta e afaga-lhe as bolas inchadas de sémen.
O rapaz, coitado, moço de boas famílias e educadíssimo solta palavrões que ecoam pela sala:
- Isso, fode-me assim! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Não aguento muito mais!
Ela ri-se do tesão dele. Pára de o chupar e passa a língua pelas bolas dele, molhando-as com a ponta da língua, lambendo-as, e enfiando uma na boca onde a chupa delicadamente, passando à outra. Levanta-lhe as pernas e passa com a língua pelo buraquinho do seu cuzinho, enfiando delicadamente a língua nele, que fica extático, estranhando a carícia, para, rapidamente, esquecer os tabus e deleitar-se.
Ao vê-lo assim deleitado, ela finalmente resolve-se a acabar com o seu sofrimento, aperta-lhe com força o caralho e diz-lhe:
  - Vais-me dar o leite todinho, meu cabrão delicioso! Vou-te drenar estes tomates cheios de esporra!
E abocanha-lhe de novo o caralho, sua boca vai num vaivém de baixo pra cima e em espiral, ele semicerrando os olhos só vê um rabo-de-cavalo aos pulos e atirado ao ar como um chicote, grita e vêm-se na sua boca.
Estremece o corpo enquanto solta golfadas de esperma agora para cara dela.
Ela, arqueja de prazer, passa os dedos por toda aquela esporra e leva-os à boca, chupando-os num deleite de prazer. Baixa-se sobre ele e beija-o, obrigando-o a provar-se também, o que ele nunca tinha feito, mas que, inusitadamente, o excitou.
Beija-a com sofreguidão, sequioso dela, afinal era um cavalheiro e tinha de lhe retribuir o prazer recebido!"
Mas isso é para outro relato, ou seja "continua"!
(escrito por H. Rod e Desire) 

Beijos prometidos
D.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Abraça-me...

Gosto de abraços assim...
De corpo e alma


Beijos prometidos
D.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

"Fazeres das tuas, as minhas mãos..."

"Estão sentados só os dois, numa mesinha de café, de frente um para o outro. Ela de saia pelo joelho, camisa, pullover com decote em V e calçada com umas sabrinas pretas, ele de ganga, camisa azul e sapatos castanhos. 
Estão calados apenas olhando-se...interagindo com os olhos, comendo-se mutuamente.
Ele pega numa folha, tira uma caneta do bolso da camisa e escreve:
- Desejo sentir o teu corpo agora
Ela olha para ele, para o seu corpo e pergunta:
- Onde?
Ele responde:
- Aqui mesmo!
Olham em volta e não vêem quase ninguém...olham novamente um para o outro e entendem-se sem necessidade de palavras.
Ela começa por descalçar uma sabrina, de forma bem subtil e coloca o seu pézinho apoiado na cadeira dele, como quem não quer nada.
Os dois fixam-se, sem desviarem os olhares. A mão dele desce lentamente e começa a acariciar-lhe o  pé, pega nos seus dedinhos e massaja o peito do pé, enquanto a sua visão desce pela sua perna, percorre-lhe a  coxa e penetra dentro da sua saia. Ao longe começa a sentir o seu cheiro e vê a mão dela, bem disfarçadamente, a acariciar-se todinha...
Ele sussurra-lhe:
- Imagino o quanto molhadinha estás!
Somente através dos olhares ele transmiti-lhe todo o tesão que ela lhe provoca sem precisar de o tocar, o tesão que ela sente, sem ser necessário que ele lhe toque.
Está simplesmente a sentir-se, a sentir sua cuequinha molhada, a tirar o prazer da sedução, da criação do tesão…
Ele, desejando abundantemente que o pé dela subisse, para começar a tocar-lhe por cima das calças, por baixo da mesa, com os dedos dos pés a acariciar-lhe o pau já bem grossinho e duro de tesão. Entretanto, a sua mão toca-lhe no peito de pé, dirigindo-o de encontro a si, utilizando-o para que ela o acaricie.
Fixa-se em seu olhar, desejando-a intensamente, hipnotizado vê os seus lábios excitados de prazer, seu corpo suspirando de desejo, seus olhos a desejarem mais...o seu desejo a crescer face ao dela, de encontro ao dela.
Porém, estavam num sítio público, era difícil conterem-se, mal conseguiam ultrapassar a fome que sentiam um do outro. Ele observava seu corpo, admirava-lhe o peito, os mamilos a endurecerem sob a roupa, sentia o seu corpo agitado, o cheiro de sua pele inundava-lhe os sentidos, via-lhe a pele arrepiada, sentia o toque de seu pé.
Pediu-lhe que se aproximasse e disse-lhe ao ouvido:
- Quero-te todinha agora, quero poder beijar-te,  poder sentir com meus lábios o teu corpo...quero  despir-te com minha boca, beijar teu corpo, sentir-te bem molhadinha entre meus lábios, massajar a tua coninha bem devagarinho
A boca dele passava junto da sua, os lábios tão próximos, porém sem se tocarem. Olhando-se e desejando-se, pensando o que iam fazer a seguir, nenhum tinha a resposta. Ao redor só o café e a rua, o desejo de se acariciarem era imenso, cada vez maior.
Ele diz-lhe baixinho num tom rouco de desejo:
- Sei que me desejas sentir, apalpar, chupar... tanto como eu a ti! Sei que desejas sentir o meu pau na tua mão, na tua boca e dentro de ti,  quero dar-te o que desejas. Diz-me o que sugeres.
Ela responde:
- Vamos para tua casa. Quero passar a língua pelo teu corpo todo, quero que me faças tudo o que disseste e muito mais…
Pagam e saem dali rapidamente, encaminhando-se para o apartamento dele, ao chegarem, quando se encaminham para o elevador, ele olha-a e  diz-lhe:
- Quero-te muito! Já! Aqui! Não quero esperar, vamos pelas escadas em vez de elevador...
Pega-lhe na mão e puxa-a para as escadas. Quando a porta de segurança anti-fogo se fecha atrás deles, vira-a de costas, encosta-a à parede e começa a acariciar-lhe o corpo trémulo, o seu corpo encostado ao dela. Ela vira a sua carinha e beijam-se, as línguas enrolam-se. As suas mãos tocam-lhe o peito, acariciam-lhe a barriga, as coxas,  sentem o seu cuzinho, querendo  poder sentir tudo, querendo poder apalpá-la toda.
Ela roça-se nele, sentindo o seu pau duro, acaricia-o sob as calças, enquanto a ponta da língua se enfia maliciosamente no seu ouvido, a mão enfiando-se sob o cós das calças, procurando-o.
A mão dele levanta-lhe a saia e procura-a também, enfiando as mãos por dentro das suas cuequinhas, querendo massajá-la, senti-la  bem molhadinha. A mão dela  agarra-lhe o  pau duro e melado, tocando-o com tesão e volúpia, sentindo-lhe o pau teso, esfregando-se nele, ao mesmo tempo que sente o dedo dele penetrá-la, sente aquele dedo a massajar-lhe reiteradamente a coninha encharcada...
Ela põe-se de cócoras e puxa-lhe as calças para baixo, o perigo a excitá-la, afinal pode aparecer alguém nas escadas ao ouvir aqueles gemidos. Olha gulosamente para aquele pau a insinuar-se por baixo dos boxers,  parecendo querer rebentá-los,  puxa-lhos também  para baixo e  caralho ansiado surge, finalmente. Toca-o com a mão, sentindo-o, acariciando-o, enquanto as bocas se beijam. Ele deixa-se encostar à parede, para que ela lhe poder tocar como mais desejar e diz-lhe baixinho:
- Sou teu, usa-me, quero olhar como me tocas, ver como te excitas, olhar para a tua mão a agarrar nele bem teso. Quero sentir o teu corpo, quero olhar para a tua roupa e excitar-me…Quero-te toda, quero tudo o que tiveres para me dar!
Ela baixa-se novamente e enfia-o na boca, lentamente, centímetro a centímetro, enquanto os gemidos de ambos ecoam pelas escadas.
Descontrolado ele diz-lhe:
- Humm que tesão, chupa-o sim, chupa-o todo, quero sentir tua língua, a tua saliva, quero vê-lo a entrar na tua boca, a ser chupado por essa boca faminta, quero ver-te a lambê-lo bem devagarinho.
Ele geme, enquanto ela o devora, a língua a circundar-lhe a cabecinha melada, abocanhando-o e sugando-o com prazer. Lentamente, sentindo-o todo dentro da boca, a tocar-lhe a garganta, enquanto as mãos dele lhe puxam a cabeça de encontro a si e ao seu caralho cada vez mais duro.
Ele pega-lhe, então, na cabeça e sobe-a de encontro à sua boca, senta-a nas escadas, ficando de joelhos à sua frente, abre-lhe as pernas e pede-lhe que feche os olhos, ao que ela obedece, pega no seu pézinho e tira-lhe a sabrina, começando a lambê-lo, a saboreá-lo, as mãos a acompanharem a  língua, a boca.
Lentamente, a mão escorrega pela perna dela, passando pela sua coxa, desejando muito chegar até ela, tira a outra sabrina,  repetindo tudo o que já tinha feito com o outro pé .
Levanta-lhe as pernas quase a altura de seus ombros, baixa o tronco e inclina-se,  querendo muito chupar aquela coninha, rodopiar a língua dentro dela, senti-la bem molhada,  chupá-la bem ao de leve, as mãos dele a acariciarem suas pernas, enquanto a  língua  lhe deixa a coninha bem molhadinha.
Ela pede-lhe:
- Enfia-me essa língua, fode-me com a tua língua, quero vir-me na tua boca, sim…. Simmmmmmmmmmm!
Ele enfia-lhe ritmadamente  a língua  quente, entrando, saindo...lambuzando-se todo no néctar que escorre dela entre arrepios. O  seu dedo começa a penetrá-la enquanto a lambe todinha,  com o dedo bem molhado,  começa a massajar-lhe o rabinho, que começa a ficar húmido,  a piscar de tesão. Enquanto continua a  lambê-la penetra-lhe com um dedo o cuzinho, massajando-o , bem devagarinho, só para ela se sentir penetrada, sentindo um prazer imenso a ouvi-la  gemer, diz-lhe:
- Quero que me digas que adoras ser comida por mim, tanto como eu adoro comer-te!
Ela geme cada vez mais descontroladamente, sentindo outro orgasmo a aproximar-se.
Ele sem parar e aumentando o ritmo sussurra-lhe:
- Isso, vem-te todinha para mim, vem-te na minha boca.
Não aguentando mais, levanta-lhe a perna e encosta o seu corpo ao dela, querendo entrar todo dentro daquele corpo que o enlouquece, desejando que ela o sinta todo dentro de si, querendo sentir o caralho a preenche-la.
Trémulo de prazer, diz-lhe:
- Quero que te venhas novamente, mas agora sentindo meu caralho bem grosso em ti!
- Isso - responde-lhe ela - Fode-me bem fundo! Quero sentir-te todoooo! Fode-me assim, não pares!
Ele vira-a agora de costas para ele, penetrando-a por trás,  vendo o seu pau todo teso entrar nela, a entrar, a sair, a entrar, a sair...Ela ainda vestida, só com a saia para cima, enquanto a comia todinha, ardentemente, cheio de prazer, com tesão!
  Ela diz-lhe:
- Vem-te para cima de mim, quero sentir o teu leitinho espesso e quente nas minhas mamas…
Ele sai de dentro dela, levanta-lhe mais o pullover, desaperta-lhe o soutien e, então, fazendo das suas mãos as dela, espalha-lhe o leitinho quente nos mamilos duros e erectos, num gemido final de prazer".


 E o prometido é devido! ;)
( Escrito por J.P.C. e Desire)

Beijos Prometidos
D.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Sinto a tua falta...

Tenho saudades de te ter, não demores!

Beijos prometidos
D.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Posso?

 Não deixem de visitar a página do Ricardo Esteves no facebook (www.facebook.com/resteveshumor).
Vale a pena!

Beijos prometidos
D.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Prelúdio...


Vamos superar-nos?

Beijos prometidos
D.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

E se...?

E se ao invés de ter de ir trabalhar, me apetecesse acarinhar-te?


Aquecer-te em "banho-desire"...



Beber de ti até à última gota?


Alinhavas?

Beijos prometidos
D.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

"E ninguém se aproxima senão para recuar..."



"Estão aqui 37 graus.
É um corpo.
E ninguém se aproxima senão para recuar.
Devorar.
Ou ficar.
                                                                                     (Vasco Gato)


Beijos Prometidos
D.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Sexo?

Será que sendo "virtual" se pode incluir na categoria de sexo? 
Devido à distância, torna-se um bom "escape" de te(n)sões...

Beijos prometidos
D.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Contribuição do "CASAL SWING RE"

O conteúdo escaldante do post de hoje foi-me "oferecido" (sim, porque também recebo miminhos...) pelo casal "CASAL SWING RE" como contribuição para o blog e com autorização expressa para postar. Como tal não poderia ficar indiferente a tanta beleza, pois não?
Aqui está a partilha, espero que gostem tanto como eu:






Beijos prometidos
D.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Ando assim...

Ando assim...
Numa inquietude sem fim.

Beijos prometidos
D.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Devorar-te-ia...


"Teus sinais
Me confundem da cabeça aos pés
Mas por dentro eu te devoro

 
Teu olhar
Não me diz de exato quem tu és
Mesmo assim eu te devoro

 
Te devoraria

A qualquer preço
Porque te ignoro ou te conheço"


                                                                            (Djavan) 



Nada exprime a vontade que tenho de te tocar, 
saborear, cheirar, mimar, acariciar...
Devorar-te centímetro a centímetro, 
sentir a tua pele quente sob os meus dedos, 
o teu respirar no meu corpo...
Numa sinestesia febril.


Beijos prometidos 
D.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Porque demoras?


"Nada acontece. Nada. Nem, ao menos, tu
virás despentear os meus cabelos.

Nem, ao menos, tu, neste tempo de angústia
vens dizer o meu nome ou cobrir-me de beijos."

                                                                                                   (Joaquim Pessoa)


Nem ao menos...tu????
Beijos prometidos
D.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Apetece-te?


Apetece-te que as respostas do meu corpo te guiem os dedos famintos?
A mim apetece(s)-me... 


Beijos prometidos
D.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Anda!


Estou aqui, só comigo mesma. Por isso e por tudo o mais, anda!


Beijos prometidos
D.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Nem uma carícia?!



Será mesmo assim???

Beijos prometidos
D.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Envolve-me


"Não quero para mim tanto veneno,
tanta madrugada varrida pelo gelo
nem olhos pintados onde morre o dia,
nem beijos de lágrimas no meu cabelo".

                                                                                 (Eugénio de Andrade)


Abraça-me e aquece-me, sim?

Beijos prometidos
D.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Preenche-me...

Tapa-me com as tuas mãos:


Afasta o frio destas longas madrugadas:

Transforma o meu corpo numa labareda de desejo:


Preenches-me?

Beijos prometidos
D.

sábado, 14 de janeiro de 2012

O que te apetece?

Hoje...apetece-me sentir o teu calor:


E a ti o que te apetece?

Beijos prometidos
D.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Às vezes apetece-me trocar...

O top dos desejos mais insatisfeitos:


Qual é o vosso desejo mais incompreendido?

Beijos prometidos
D.