quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Contributo de Mosath

Como FELIZMENTE continuo a ser mimada com e-mails de resposta ao meu desafio de «relatos que me deixem com "desejos"» posso partilhar com vocês mais uma delícia  de outro leitor e visitante deste blogue, desta vez, vamos conhecê-lo por Mosath. Obrigada! Gostei imenso!


Adoraria receber mais relatos que me deixem com "desejos", atrevam-se!!!
O endereço de e-mail continua  a ser:
desejoprometido@gmail.com

Beijos prometidos
D.
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 E agora a partilha: 

"Lídia"
"Ali estava eu, mais uma noite, sentado na mesa do canto do bar dela. Lídia. Eu já tinha bebido a minha parte e fumado a parte de alguém, mas sentia-me mais vazio que nunca. Os olhos dela brilhavam sempre que passava a metros de mim, atarefada com a bandeja de copos e pequenas garrafas. Lídia. Eu tinha que tê-la naquela noite, beijar aquelas pernas longas, tocar o peito caprichoso e possuir a beleza cómica da sua boca. Mas como?
Contaram-me que a idade dela era o dobro da minha e que essa característica acarretava o boato de que fodia que nem uma deusa grega sob efeito dionisíaco. Lídia, quarenta primaveras. Levantei-me com o copo vazio. Dei quatro passos em direcção a ela e, quando o seu pequeno pescoço se virava para mim, caí no chão marcado pelos seus saltos afiados.

Acordei num quarto desconhecido. 10h, no relógio.
Pelos vistos, Lídia procurou ajudar-me, levando-me no seu carro em direcção ao hospital central. Porém, no caminho, despertei e pedi-lhe em agonia para não me levar, senão para a casa dela. Na minha casa, eu tinha a minha avó adoentada e jamais quereria que me visse daquela forma. Amigos, estariam por algures, mas decerto recusariam apoiarem-me nos seus ombros... e por que seria?
Acordei sozinho numa cama de casal. De onde parecia ser a cozinha, chegava até mim um fino odor a café, ovos e torradas. Levantei-me, dirigi-me à casa-de-banho em frente e lavei o rosto com água fria. A minha cabeça rodopiava quase sem parar. Teria eu bebido assim tanto para uma ressaca destas e, logicamente, para ter desmaiado abruptamente ontem?
Com dificuldade, caminhei em direcção ao cheiro da cozinha, chocando com uma escultura num dos corredores. O barulho foi grande, mas consegui evitar a queda, ao abraçar a escultura, de modo ridículo mas eficaz. Ao fundo de umas portas, apareceu a Lídia e riu-se. Consegui salvá-la, disse-lhe e, como resposta, recebi um: és o meu herói, mas sê-lo-ias mais ainda, se a tivesses partido! É do meu ex-marido e nem cinco euros vale. Queres tomar o pequeno-almoço? Quero…
A cozinha era grande e penetrada pela luz do sol. Detesto o sol na ressaca, mas esse sol permitia-me um vislumbre do cu da Lídia, apenas tapado por uma camisa branca e fina. Sentei-me. Obrigado, Lídia. Era um belo cu…
O pequeno-almoço estava uma delícia, disse-me a Lídia, já que eu apenas comi as pernas dela com os olhos, emborcando, em simultâneo, uma garrafa de cerveja. Apesar de não ter provado nada, o simples facto dela ter feito um pequeno-almoço também para mim, fez lembrar-me do que é sentir todo o carinho de uma mulher. Aquele momento fez-me sentir verdadeiramente em casa.
Enquanto a Lídia arrumava a louça, os meus olhos procuravam os movimentos das suas pernas, o meu ser cheirava os seus cabelos ao longe e o meu sexo espetava-se em direcção às curvas da sua cintura. O seu cu aparecia, sempre que se dobrava na banca da cozinha um pouco mais e toda a beleza que eu conhecia até então parecia consumir-se àquele ponto! A zona púbica parecia ter sido pintada por um grande artista, nas suas noites de amor, e o sol iluminava muito mais aquele peito tapado de sorte que eu tinha pela frente…
Ouve, essa coisa que bebes deixa-te atiradiço, não? Não queres pousar a garrafa, descansar um bocado os olhinhos e dar algum trabalho ao que tens aí para me mostrar? Dei-lhe um beijo na orelha. Rapidamente, chegámos à cama. Comecei a tirar a minha roupa e, quando acabei, ela já tinha a dela toda no chão, segundos antes. A pele da Lídia era branca como a neve e doce como açúcar, num corpo atraente e voluptuoso. Dei-lhe um beijo profundo e torto, mas depressa cheguei ao jeito pretendido. A penetração foi simples, firme e esperançosa, sem é que existia semelhante coisa numa cópula sob ressaca. As pernas da Lídia prendiam-me numa espécie de abraço inferior, numa dança sexual parecida ao mundo das cobras e das estrelas que nunca aprendi o nome. Os olhos dela entravam nos meus com um impacto dócil e, ao mesmo tempo, selvagem. Nesta mistura de pormenores, entrei nela umas vinte vezes e vim-me, sem qualquer preocupação em me retirar do seu interior. A Lídia soltou umas gargalhadas. Não te deste mesmo ao trabalho de tirá-la e agora espero não ter que tomar drogas, meu querido. Eu tive pouca esperança no meu desempenho, não quebraria hoje o meu recorde, disse em amável resposta. Anda daí, vamos tomar um duche, ajudas-me a limpar a tua vergonha. E segui-a…
A banheira era enorme e o chuveiro moderno. Começámos a lavar-nos e aí a Lídia contou-me que colocara uma droga inofensiva numa das últimas bebidas que me serviu na última noite. Porquê? Eu tinha reparado no teu interesse por mim, sob essas pestanas grossas, mas também tinha reparado na tua falta de jeito para me abordar. Tantas noites, a mesma coisa. Uma mulher tem que puxar dos seus trunfos, de vez em quando, e não iria pedir-te nada ou conversar para saíres comigo, ali com o meu ex-marido dentro do balcão do bar. Se ao menos te acontecesse alguma coisa menos boa para ir em ter auxílio… e então aquela ideia pareceu-me ter piada. E, agora, lembrando-me da força com que bateste com a cabeça no chão, acho que estava certa! Mas tu ias mesmo levar-me ao hospital? Sobre isso, eu não tinha realmente pensado muito bem no que faria, limitei-me a prosseguir com a minha encenação, mas, felizmente, a coisa deu-se bem e pelo lado da sorte, porque acordaste a meio do caminho e contribuíste para tudo isto.

Ao tempo que eu te queria… eu também, acredita. Teria sido mais fácil se viesses ter comigo ao mercado, onde faço as compras, já que tu conheces muito bem aquele local para comprares os teus whiskies e cenas, mas revelas-te um desafio até por isso mesmo. Puxaste pelo meu lado de bruxa. Percebo que sim, Lídia.
A água deixou de correr e com as suas mãos, a Lídia, envolveu-me para me deitar sobre a banheira espaçosa. Nunca deixes de tentar ficar comigo, por achares que sou inalcançável, eu estou aqui e vou provar-te isso mesmo. O corpo dela era uma visão de ternura. Sedoso, branco, excitante como tudo! Agarrou no meu pau e introduziu-o dentro dela, naquela racha quente e húmida, meiga, soluçando em prazer que havia um recorde a ser batido. Bati o meu recorde, entrei e saí dela, vim-me para o seu peito e, de repente, parecia que nada mais era inalcançável…

Duas noites depois, eu estava sentado à mesa de canto do bar dela. Já ia na quinta cerveja e no fim do primeiro maço de cigarros. Ainda tinha uma maratona pela frente e nem sequer sentia as pernas cansadas...
A Lídia passava de um lado para o outro, de um lado para o outro, a servir os clientes. Acabei a quinta cerveja e pedi a sexta. Aquela cerveja vinha com um ingrediente mágico. Pisquei-lhe o olho. Ia fazê-lo só por diversão. Brindei, com a cerveja no ar, ao ex-marido da Lídia, atrás do balcão, que ajeitava o seu bigode quarentão, e bebi quase de golada. Levantei-me, dei cinco, seis passos e aí a piada aconteceu, de novo. Caí com uma ideia na cabeça: na manhã seguinte, quebraria finalmente aquela escultura com a força com que bati no chão marcado pelos seus saltos afiados.
Mas, na próxima, vou mesmo abordá-la, no mercado. Poupa-se em galos na cabeça…

Lídia. Mais uma noite drogado, em preto total, mas uma noite feliz antes da ressaca da manhã…" 

 (partilhado por Mosath)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

E porque hoje é...

Só para não deixar passar o dia mais comercial de todos em branco e brincar um bocadinho, porque, para mim, todos os dias deviam ser dias dedicados ao AMOR! Não concordam?


Beijos prometidos
D.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

E a ti?

Apetecia-me...
E a ti?

Beijos prometidos
D.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Uma boa forma de acordar num domingo...

"...my love feeds on your love, beloved,
and as long as you live it will be in your arms
without leaving mine”
           (Pablo Neruda)

Beijos Prometidos
D.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Submissão (parte II)

Ela obedeceu. Enquanto era fodida por trás com toda a violência ia chupando o caralho que estava na sua frente e ao mesmo tempo punheteava o que estava ao lado, depois começou a alternar, de repente o homem que estava por trás para e sai da sala. Então todos os buracos que existiam nas paredes, 3 de cada lado ficam ocupados por caralhos, todos eles de formas e feitios diferentes. Ajoelhou-se a meio da sala de modo a chegar a todos eles, ora chupando ora masturbando-os.
- Isso mesmo puta, estás a aprender.
Ao ouvir aquelas palavras encheu-se de orgulho. Estava excitadíssima, sentia a cona quente e molhada. De repente, sente mais vozes na sala e mandam-na levantar-se. É atada a umas argolas que estão presas na parede,os braços e pernas afastados, nua e de costas voltadas para a sala. À sua frente só vê parede, tenta voltar-se e olhar o que faz com que oiça um silvo e sinta o cabedal a morder-lhe a pele nua. Estremece de dor e geme.
- Caluda, puta! Quem te mandou fazer barulho?
As chicotadas prosseguem e sente que o seu verdugo não lhe poupa nenhum centímetro, as nádegas ardem-lhe e sente a mordedura do chicote na sua cona inchada.
O seu corpo estava cheio de esperma, depois daquela sessão anterior, misturado com o suor que lhe escorria pelo corpo. Muito bem minha puta, estás toda imunda, mas aposto que estás a adora minha cadela? Sim, disse ela e de novo uma vergastada. Sim mestre. Muito bem assim é que é. Foi vendada. Levou mais umas vergastadas no corpo, que começava a ficar dorido, mas ao mesmo tempo era uma sensação agradável, uma mão agarra-lhe na sua cona que cada vez estava mais molhada. Enfiaram-lhe dois dedos por ela acima e a voz diz, a nossa putinha está a começar a gostar. Os dedos são retirados, sente alguém na sua frente, de repente sente um liquido quente pelas pernas, assustada interroga-se o que será, depois pelo tronco. Então sente uma esponja no corpo a lavá-la. Suspira, assustaste-te? O que pensavas que era? Vamos lavar esse corpinho de puta para iniciarmos uma nova sessão.
Suspira de prazer ao sentir a água quente a lavar-lhe o corpo maltratado, a água da bacia a ficar rosada a cada passagem pelo seu corpo. Sente que lhe passam uma pomada pelos vergões da pele, que lhe alivia as dores.
É levada para a sala onde a deitam numa espécie de tronco, onde lhe prendem as mãos e as pernas bem afastadas do corpo. A base é movida e fica com as pernas mais altas, completamente exposta aos olhares e mãos dos encapuçados que ali se encontram. Passa os olhos pelos rostos escondidos atrás dos capuzes negros, sem saber o que lhe acontecerá agora.
Colocam-lhe uma venda nos olhos, ouve a porta da sala abrir-se e ouve alguém entrar, então ouve a voz do homem que parecia estar no comando dizer, já sabes o que tens a fazer, dá um belo tratamento a essa puta para ela ficar pronta para o que se segue, como se tem portado bem merece uma pequena recompensa. Então sente umas mãos a acariciarem-lhe os pés, depois começam a beijar-lhe os pés e a lambe-los e as mãos a percorrerem-lhe as pernas, aquela boca e língua quente estavam a provocar-lhe uma enorme sensação de prazer, a boca começa a percorrer-lhe as pernas enquanto as mãos se dirigem para os seus seios, onde começam a acariciá-los, nisto a boca dirige-se para o seu pescoço, com os dedos começam a apertar-lhe os mamilos já rijos, sente um misto de dor e prazer, aquela boca começa a morder-lhe o pescoços e os ombros e mexem-se em direcção aos seus peitos enquanto as mãos já se encontram a brincar com o seu sexo. Ao principio apenas pequenas caricias com as mãos, depois começa a percorrer toda a sua cona com os dedos e passá-los pelo lábios vaginais e pelo seu clitóris, já estava a ficar bastante molhada, então introduzem um dedo, depois outro e por fim tem 3 dedos a brincar com a sua cona agora já bastante molhada e quente. Depois sente retirarem-lhe os dedos e encostarem-lhe à sua boca, onde para seu enorme espanto uma voz feminina lhe diz para ela provar e ver como era bastante doce.
Ela prova, embora nunca tenha experimentado nada com uma mulher, mas sente-se tão quente, que chupa os dedos que aquela voz feminina introduziu dentro dela com tanta mestria, excita-se com o seu próprio sabor. Sente um liquido viscoso a ser espalhado pele seu clitóris, e massajado à entrada da sua cona, tenta arquear o corpo aqueles dedos que a enlouquecem, mas as correias que a prendem, impedem-na. Sente dois dedos a introduzirem-se dentro dela novamente, a sua cona parece que os suga, tal é a vontade que tem de ser preenchida.
- Isso, sente-me, putinha, é bom teres os meus dedos dentro de ti, não é?- ouve sussurrar.
Em seguida, sente mais dois dedo, a enfiarem-se e a rodar dentro dela, enquanto o polegar lhe massaja o grelo excitadíssimo. Molha-se toda de prazer, mas rapidamente se assusta quando sente que, agora, aquela voz, lhe tenta enfiar a mão toda dentro dela!
Fisting é a palavra que lhe ocorre imediatamente, mas nem ousa respirar, enquanto sente a mão a forçar a entrada dentro dela.
De repente sente a sua cona que já escorre a engolir aquela mão que começa muito devagar a foder-lhe a cona, é um misto de dor e de um prazer que nunca tinha sentido, então começa a mover-se mais depressa dentro dela, ela não aguenta e solta um grito, então sente que com a outra mão a outra mulher começa a massajar-lhe o cu, muito gentilmente vai colocando um pouco de lubrificante no seu cu e começa bem devagar a massajá-lo, então enfia-lhe um dedo, depois enfia-lhe outro e de repente ela sente 3 dedos enfiados no seu cu, estava a ser fodida como nunca, sentia-se prestes a atingir o orgasmo quando a outra para, retira-lhe os dedos e mão de dentro dela, então é lhe retirada a venda e ela vê que a outra estava a colocar um género de cinto, um strapon que tinha dois enormes caralhos colocados, adivinhou que aquilo seria para a foder duplamente: a cona e o cu.
(escrito por Desire e Hunter)
(continua)


Beijos prometidos
D.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Presente em forma de selinho

Este blog recebeu um selinho oferecido pelo Von através de um desafio lançado pela Venúsia

Agradeço imenso a gentileza e vou tentar cumprir o desafio!




"Liebster em alemão significa: favorito, querido, amado. Recebê-lo, significa que seu blog é muito querido pela pessoa que lhe presenteou".

Posto isto, as regras são:
1) Link de volta com o o blogger que lhe deu;
2) Cole o selinho em seu blog;
3) Escolha 6 blogues para repassá-lo, que tenham menos de 200 seguidores;
4) Deixar comentário avisando que estão recebendo o selinho.

Sendo assim, e tentando cumprir as regras, repasso o selinho para os blogues :
(NOTA: tendo em conta que o meu blog está protegido contra a cópia, podem seguir o link do Von ou da Venúsia para copiar o texto e o selo)


Pensamentos de um Mago
Obsessivos  
Hot Spot
Praia do Prazer
Scriptum Privatum
Menageatrois



Beijos prometidos
D.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Submissão (parte I)

"Ela dirigia-se para o carro que estava no parque inferior do centro comercial, depois de umas compras de última hora para levar para as férias que iriam começar no dia seguinte, tinha decidido ir uns dias sozinha para a casa que os pais tinham na terra. Estava a colocar as compras na mala do carro quando sentiu quando sentiu algo pontiagudo e frio encostar-se nas suas costas, uma voz ordenou-lhe que ficasse calada e não se mexer, ela gelou por completo.
Mas, tentou não perder o sangue frio. O seu olhar passou pela garagem e sentiu que estava mesmo completamente sozinha. Contudo, estranhou o facto daquela voz não a assustar por completo. Afinal, até lhe soava a conhecida... Havia qualquer coisa no timbre daquele homem, que a fazia sentir-se curiosa! Tentou acalmar-se e respirar fundo.
- Coloca as mãos atrás das costas e fica muito quietinha e nada te acontecerá.
Ordenou-lhe a voz de homem, ela assim o fez e de imediato sentiu as mãos serem algemadas, de repente algo tapou-lhe a boca de modo a que ela não gritasse. De seguida foi-lhe colocada uma venda nos olhos e alguém a pegou ao colo. Sentiu-se a ser colocada na mala de um carro e a porta ser fechada. Os piores pensamentos assaltaram-lhe de imediato os pensamentos.
Enquanto meditava na situação, avaliava os acontecimentos. Não tinha havido real violência, ele tinha-lhe pegado ao colo para a colocar no carro, e tinha sentido a mão dele a acariciar-lhe disfarçadamente a pele que tinha ficada exposta nas costas. As coisas estavam cada vez mais estranhas. Tentou acomodar-se melhor, o carro seguia velozmente podia senti-lo e pelo pouco barulho que agora se fazia sentir, estavam a afastar-se da cidade.
Ficou curiosa quando abriram o porta bagagens e sentiu uma brisa marítima no ar. Respirou o mais fundo que pode e tentou desentorpecer as pernas antes de tentar dar um passo. Admirada escutou duas vozes masculinas e percebeu que, quando o carro tinha parado lá atrás, tinha sido para entrar este novo elemento. Ainda mais perplexa ficou quando teve quase a certeza que a voz que escutava a sussurrar era a de seu marido, mas esse tinha ficado em casa, pois tinha uma dor de cabeça atroz, tendo-lhe pedido que fizesse as compras sozinha.
Sentiu alguém agarrá-la e ordenaram-lhe que andasse em frente. Ouviu uma porta a abrir-se e foi empurrada para o interior de uma casa. Continua a andar e não pares até que eu te diga, ordenou-lhe a voz. Assim o fez, o seu coração batia a uma velocidade e com uma força que não pensava ser possível, os pensamentos surgiam-lhe a uma velocidade incrivel, tudo era possível de lhe acontecer, mas ao mesmo tempo sentia uma sensação estranha a invadir-lhe o corpo. Estava disposta a tudo para sair dali bem, isso era certo. De repente mandaram-na para e sentiu outra porta a abrir-se, de novo a voz falou com ela e disse-lhe para andar mas com cuidado pois á frente dela estavam umas escadas que teria que descer.
Desceu-as a medo e sentiu que chegou a uma sala em que o som das vozes fazia eco. Um arrepio de medo passou-lhe pela base da coluna, percorrendo-a. Lembrou-se do site de BDSM que tinha estado a explorar com o marido e a excitação, inexplicavelmente, tomou conta dela. O marido até tinha sugerido que comprassem uns artigos e que começassem a contactar com mais gente curiosa em experimentar. Ela, apesar de arrepiada, só lhe tinha dito, que apesar de o que estava a ver a excitar tinha medo.
Pára, ordenou-lhe a voz. Ela imobilizou-se, o ar estava quente e húmido, apesar de sentir mais pessoas na sala o silêncio imperava. Se te portares bem e fizeres o que te for pedido sairás daqui sem problemas disse-lhe a voz, vais ser exposta a uma experiência que te garanto irá mudar a tua vida, apenas tens que obedecer e agradar. Uma sensação de medo e ao mesmo tempo de curiosidade e excitação começou a surgir-lhe. De repente soltaram-lhe as mãos mas as algemas continuaram colocadas numa delas, em seguida começaram a despir-lhe, primeiro disseram para se descalçar ao que ela cumpriu, de repente o vestido que tinha foi literalmente arrancado do seu corpo. Apenas se encontrava de lingerie, sentiu algo frio a encostar-se á sua pele e sentiu a sua roupa interior a ser rasgada pelo que pensava ser uma faca ou um punhal. Tens um lindo corpo minha puta. Aquela frase fez o seu corpo tremer e uma sensação cada vez mais estranha a invadir o seu corpo.
Estava totalmente nua e exposta, ordenaram-lhe que andasse, foi empurrada para o interior de uma outra divisão esta muito mais pequena e abafada, mesmo com a venda colocada sentia que estava num sitio sem luz. Muito bem, podes retirar a venda dos olhos, ao que ela a medo o fez. Tal como tinha sentido estava num local muito pequeno onde nem sequer conseguia abrir na totalidade os braços, de repente uma luz forte acendeu-se e viu onde estava. Uma sala pequena apenas com o comprimento necessário que permitia ela deitar-se e com uma largura muito reduzida, as paredes eram de madeira e com uns buracos nas mesmas, mas que estavam tapadas do outro lado por um pano negro, os buracos mal davam para se colocar lá uma mão e eram uns 3 em cada parede.
Olhou em volta com mais atenção, perguntando-se onde estaria e o que lhe iria acontecer... Sentiu vozes nas escadas e viu entrarem na sala dois homens com uma capa negra com um capuz que lhes deixava o rosto na penumbra. O mais alto dirigiu-se a ela e disse-lhe:
Estás aqui para nos satisfazer. Não adianta procurares sair, ou auxílio, pois ninguém te ajudará. Se colaborares será tudo mais fácil para ti. Submete-te e aprende a obedecer.
Ela anuiu com a cabeça, o que lhe valeu uma vergastada do outro homem que se encontrava mais atrás. Levantou os olhos interrogativamente o que fez com que levasse outra chicotada, as tiras de cabedal mordendo-lhe a pele.
Ouviu então
- Dizes "sim, meu senhor" em tom alto e mostrando gostar! Nada de levantares os olhos para os teus senhores, ou ousar "interrogar-nos", seja verbalmente ou por gestos! Aqui és a nossa escrava e não tens direitos, o teu dever é propiciar-nos prazer sempre que queiramos e com quem quisermos. Compreendeste?
Ela com os olhos baixos respondeu timidamente
- Sim.
Esta resposta fez com que levasse mais uma vez com o chicote e ouvisse uma ordem: "Sim, mestre", o que a fez corrigir e dizer:
- Sim, mestre!
O mais alto diz, então:
-  Agora que compreendeste a tua missão, despes-te e vais tomar banho, em seguida colocas esta roupa e esperas que te vá alguém chamar.
Ela assim o fez, lavou-se e vestiu a roupa que lhe tinham deixado, uma túnica vermelha em cetim que lhe cobria todo o corpo mas aberta na frente apenas com um atilho na zona do pescoço para apertar.
- Vem minha cadela - ordenou-lhe de novo a voz.
De novo levaram-na para o quarto que tinha os buracos na parede.
- Esta vai ser a tua primeira prova e iniciação.
Entrou e fecharam-lhe de imediato a porta, de repente a luz acendeu-se e notou que estava gente do outro lado das paredes, o tecido preto que cobria os buracos foi retirado e então num dos buracos surge um pénis. Ficou assustada e ao mesmo tempo a excitação começou a surgir, não sabia o que fazer.
- Tens que nos satisfazer a todos minha cadela, vais ser sujeita a uma prova oral e também manual. Podes começar agora. 
Ela ainda demorou alguns segundos a interiorizar a situação.
Contudo, ver aqueles pénis erectos excitava-a mais do que a aterrorizava. Ajoelhou-se na frente do primeiro e tocou-lhe com a mão, admirada com a sua coragem.Sentiu-o crescer ainda mais na sua mão, inclinou-se e tocou-lhe com a língua húmida, excitada passou com a língua à volta da glande, deixando-a bem molhadinha com a sua saliva. Sem se conter abocanhou aquele rolo de carne duro e desconhecido. O tamanho era maior do que o do seu marido, era-lhe impossível engolir todo aquele comprimento. Fez o melhor que podia e começou a chupá-lo compenetradamente. Enquanto o faz, toca com a mão direita no pénis que se encontrava do seu lado e começa a punheteá-lo, enquanto continua a chupar o caralho que lhe ocupa a boca. De repente sente que lhe levantam a capa e que um corpo se roça pela sua coluna, sente ser ligeiramente inclinada e quase se engasga quando sente que alguém a penetra sem contemplações. Assusta-se e pára de chupar, o que faz com que leve uma chicotada de novo e oiça:
- Chupa, cadela! Quem te mandou parar? Nunca foste fodida enquanto chupavas um caralho? Parece uma virgem! Ainda vais levar com muitos hoje! Chupa!"

 (escrito online com Hunter)
Continua

Beijos prometidos
D.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

"TOM DE DESEJO"

Ando a ser mimada e vou partilhar com vocês mais um relato de outro leitor e visitante deste blogue, desta vez, vamos conhecê-lo por Shadow.
Esta foi uma partilha que me comoveu, pois apesar da fácil acusação de traição, este relato deverá ser lido tendo por detrás um forte e compreensível motivo para ter ocorrido, daí que quem nunca errou que atire a primeira pedra.

Continuo a aguardar mais relatos que me deixem com "desejos";)
O endereço de e-mail é:
desejoprometido@gmail.com

Beijos prometidos
D.
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Partilhando:

Esta história foi real e passou-se comigo (coisa que eu pensava só acontecer com os outros ou em filmes), aconteceu em setembro passado, numa visita a uma cliente em G., proprietária de uma loja de roupa lindíssima, mais velha que eu uns 5 anos (42 anos), casada e mãe de dois filhos. Recebeu-me no seu gabinete, sala situada por cima da loja, onde estava uma empregada no atendimento aos clientes. Começamos a conversar e do assunto que me levou até ela: sistemas de segurança, concluindo a apresentação da empresa e dos produtos, fizemos uma breve visita às instalações, começando pela loja e terminando num pequeno armazém, situado nas traseiras da loja, onde aproveitou para dizer que o marido teria que dar a sua opinião sobre o assunto. Manifestei todo o interesse em me encontrar com ele, ao que de imediato ela me respondeu que não valeria a pena porque estaria fora do país em trabalho e que todos os assuntos da loja seriam tratados com ela. Conversa puxa conversa, confessou-me que o marido já não lhe ligava nenhuma, ao que eu, espontaneamente, respondi que era um desperdício, pois era uma mulher lindíssima, ela de imediato corou e esboçou um sorriso malandro....
Eu também não me contive e sem querer olhei para o seu decote e reparei que tinha os mamilos durinhos e salientes. E pelo corpo lindíssimo que aparentava ter, tudo indicava que estava presente de uma mulher com um corpo perfeito e, sem olhar nos meus olhos, confessou-me que já não tinha relações com ninguém fazia dois meses.
 Eu perguntei-lhe como é que aguentava estar assim há tanto tempo sem ter sexo, ao que ela me respondeu que se masturbava imenso. Não aguentei porque uma das coisas que mais me excita é ver uma mulher a masturbar-se!
Nesse instante, comecei a sentir uma enorme vontade de a abraçar e beijá-la e notou-se involuntariamente um volume nas minhas calças, que tentei disfarçar colocando a mão no bolso. Mas tarde demais! Ela tinha reparado e mais uma vez esboçou um sorriso de desejo...
Avancei, encostei os meus lábios aos dela e dei-lhe um beijo sentido. Foi correspondido, dando-me um abraço forte e muito sentido. Encostava o peito ao meu, roçávamo-nos mutuamente, senti-a a gemer baixinho, senti-a quente. Devagarinho encostei-a contra umas caixas de papelão que ali estavam, beijava-a na boca, as nossas línguas perfaziam uma espécie de dança, as minhas mãos desciam em direcção ao seu peito. Tinha uma camisa branca, com um soutien de renda  por baixo, seus mamilos pareciam que furavam a roupa de tão excitados que estavam. Acariciava seu corpo cada vez com mais intensidade e foi quando meti a mão por debaixo da saia, estava a escaldar e mal lhe toquei na cuequinha (fio dental) senti-a toda molhada. Levei os dedos à boca, tinha um sabor divinal e o seu cheiro era afrodisíaco.
Nessa altura, já a mão dela estava a desabotoar-me as calças e soltando o meu pénis já enorme e muito duro. Sem demoras ajoelhou-se, colocando-o na sua boca.
Foi delicioso, excitante! Nunca antes algo semelhante me tinha acontecido. Queria possuir aquela mulher, que era tudo aquilo que eu fantasiava, queria sentir o seu sabor, queria sentir um orgasmo dela na minha boca!
Depois de sentir a cuequinha dela molhada já não havia volta a dar, tinha a certeza que iríamos ter de fazer amor. E, nesse instante, baixei-me e levantei-lhe a saia, tinha um fio dental lindíssimo de renda preta, (que eu adoro). Beijei-lhe as virilhas, o ventre, ao mesmo tempo que sentia o cheiro maravilhoso da sua vagina. Passei a língua pelo seu clítoris, estava duro e molhado, com os dedos penetrava-a devagarinho. Então com as mãos agarrei-a pelas nádegas e puxei-a contra mim, penetrando-lhe a vagina com a minha língua. Queria sentir um orgasmo dela na minha boca e, nesse instante, senti o seu corpo a estremecer e suas mãos a acariciarem o meu cabelo, veio-se com imensa intensidade! Escorríamos, devido ao calor, estávamos suados, o seu sabor era divinal e, então, levantei-me e virei-a de costas, encostei-me a ela, penetrei-a por detrás, ao mesmo tempo que acariciava o seu peito. Beijava-a no pescoço e nuca, o seu cheiro a perfume deixava-me ainda mais excitado, fazia um esforço para não me vir logo, mas era complicado gerir tanta excitação, nunca tinha estado com uma mulher que estivesse tão molhada e isso excitava-me imenso, pois só em filmes pornográficos eu via mulheres assim. Estava a realizar um sonho, uma fantasia, que eu apenas pensava ser possível aos outros e em filmes. Não queria que aquele momento terminasse!

Mas não aguentei mais, tive um dos orgasmos mais intensos que tenho memória. Era a mistura de um corpo lindo, um cheiro maravilhoso, um sabor divinal com uma vontade do outro mundo. O meu sémen escorria-lhe pelas pernas abaixo, tinha as pernas a tremer e senti-a assim também, demos um abraço, ficamos corados com vergonha, pois tinha sido animalesco, um instinto antes reconhecido apenas aos animais e tínhamos acabado de sentir algo que nunca nos tinha acontecido antes. Olhei-a nos olhos, queria continuar a mimá-la e receber os seus beijos e carinhos, mas estávamos em pleno armazém e com a consciência que podia alguém entrar. Vestimo-nos à pressa e fomos para o escritório, sentámo-nos numa mesa de reuniões, ninguém falava. Apenas nos olhávamos nos olhos, ainda com desejo, pois tinha sabido a pouco, era um daqueles momentos em que faríamos amor varias vezes de seguida, ficou prometido um novo encontro com tempo para conversar, namorar, mas nunca nos podíamos esquecer que ambos éramos casados e que aquele era um fruto proibido.

Mas estava a ser difícil resistir, a distância não ajudava, pois era raro ir para o norte, porém estava desejoso por tê-la novamente. Trocamos vários e-mails a descrever o momento e cada vez que via um e-mail dela era tão intenso, que parecia que estava novamente na sua presença.
A relação começou a aquecer ao ponto de trocarmos fotos dos nossos corpos e de fazermos sexo virtual. Adorei, pois nunca me tinha masturbado antes pela webcam, ela fugia às escondidas da cama, onde dormia com o marido para estar comigo pelo computador, chegou uma noite em que estivemos das 2h da manhã até às 6h, fizemos varias vezes amor, separados por quilómetros, mas próximos pelo desejo, cada vez que a olhava via uma mulher lindíssima a soltar-se para mim, adorei, adorei!!!
Havia muito mais para contar, porque houve muitas emoções, mas aqui fica o meu contributo para ti, espero que tenhas gostado......
Beijo grande
Shadow"

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Partilha

Sabendo da minha paixão por esta temática, um leitor e visitante deste blogue, que quer ser conhecido por P., partilhou comigo este relato, que simplesmente adorei, obrigadaaaaaaa!
Adoraria que mais "leitores" o fizessem...Há mais alguém com coragem para "partilhar" e me deixar com "desejos"? 
O endereço de e-mail está expresso no blogue, mas relembro-o:
 desejoprometido@gmail.com

Fico a aguardar, com expectativa!
Beijos prometidos
D.

E agora a partilha:


"A minha primeira sessão de dominação"
"Aconteceu com uma mulher que conheci na net, numa sala de chat na altura tinha 22/23 hoje tenho 31, ela era mais velha deveria ter seguramente mais 9 ou 10 anos do que eu, pois deveria andar pelos 30, 31 ou 32 anos.
Conhecia-a quando a curiosidade com assuntos, como o strapon, a inversão, a submissão, começou. Eu perguntava, ela...explicava até ao dia que lhe disse que gostava de experimentar, ela disse que sim, mas não disse quando.
Fomos falando no MSN até que um dia...ela disse AGORA!
Era o dia! Ela avisou-me que seria naquele ou nunca mais seria, eu nesse dia nem carro tinha, tinha tido uns problemas mecânicos mas...como realmente a curiosidade era tanta, chamei um táxi e fui!
Ainda me lembro onde era no Porto, uns prédios altos muito altos, ela morava num andar alto, pelo 10º 11º andar. Fiz como combinei com ela, ou seja, quando chegasse ao local combinado, tocaria no andar dela.
Ela, mãe de filhos, embora solteira, advogada, tinha uma vida para proteger. Recatada na vida pública, não queria que se soubesse, nem se desconfiasse da sua vida privada… quando toquei, ouvi a sua voz pela primeira vez, apenas respondeu: - Não utilizes o elevador, vem a pé.
Abri a porta, dirigi-me às escadas e comecei a subir.
A situação para a qual me dirigia só por si já me deixava nervoso, com pouca força nas pernas, quanto mais ter de subir todos aqueles andares...
Ia a bater à porta, quando esta se abriu.  Era ela, uma mulher pequena (eu tenho 1,84), ela teria 1,60, 1,55m, vestida como se fosse trabalhar para um qualquer escritório. Ia cumprimentá-la com um beijo, quando ela disse para ir para a sala (apontou a direção) e disse para esperar lá enquanto ela se arranjava… assim fiz.
Nervoso, trémulo a questionar-me o que lá fazia (o perigo de tal situação começou), pensava no que me poderia acontecer sozinho, num apartamento de uma pessoa que não conhecia nem sabia se estava lá mais gente...
Resolvi afastar os pensamentos mais escuros e...sentei-me no sofá à espera dela…
Esperei bastante, não sei se 15 minutos se 1 hora, dado que sentia que o tempo não passava e eu...desesperava. Até que, aquela mulher, que parecia uma executiva há pouco, tinha-se transformado: vinha com um fato tipo rede de pesca salto alto, cabelo solto, segurava numa mão uma coleira…entra na sala e manda-me despir:
- Ainda estás assim? -pergunta ela- Despe-te!
Eu, envergonhado,  não sabia se ria ou chorava…bloqueei.
E ela repetiu:
- Não te sabes despir, queres chamar a mamã?
E eu, embaraçado comecei a tirar a roupa, os sapatos, as calças, a camisola, a camisa, as meias... e deixei-me ficar de boxers.
Ao que ela disse:
- E os boxers não tiras porquê? Tens vergonha de mostrares a pilinha. Olha que já vi algumas, e com certeza bem maiores do que a tua!
Só que  eu não tinha tirado ainda os boxers porque toda aquela situação me tinha excitado, estava com o pau duro, já com a cabeça melada...mas, ganhei coragem e despi-os.
Ela quando me viu assim excitado riu-se e disse:
- Coitadinho, ainda não viu nada e já está com o pau duro... Põe-te de 4, cadela -ordenou ela.
Ao que eu obedeci prontamente.
Ela, com o chicote, foi-me...examinando,  levantou-me a cara com o chicote, arqueou-me as costas, abriu-me as pernas... Até que, sem outra forma de o fazer com o chicote, mandou-me abrir as nádegas,  depois de as abrir, ela foi batendo com o chicote na zona perianal e disse:
- Que cadela vagabunda, vê-se bem que és uma cadela de rua, uma cadela porca
temos de ir tratar desses pêlos todos!
Colocou-me a coleira, e encaixando a trela, dirigiu-me até ao wc.
No wc, deixando-me naquela posição (de 4), com o meu auxílio, depilou-me todo à gilete: no rabo, no períneo, no pau... Só fiquei com pelo na cabeça e debaixo dos braços.
Largou a trela e desapareceu por alguns momentos, eu...fiquei na mesma posição, sem me mexer, minutos depois reapareceu, trazia um tubinho que não sei o nome, mas que tinha efeitos laxantes (embora na altura eu não sabia do que se tratava), deu-mo e disse para o meter dentro de mim.
- É pra ficares limpa por dentro.
Introduzi a parte afiada no rabo e...fiquei sentado à espera, conforme a ordem dela…o efeito foi rápido, e logo logo aconteceu o efeito pretendido.
Ela continuou no wc sem sair o que me deixou numa posição muito desconfortável  pouco depois, ela calçou uma luva de enfermeira e mandou-me ficar de 4 novamente, atrás da porta havia um instrumento parecido com uma botija de água quente com uma mangueira (um enema, clister)... ela encheu a garrafa com água e misturou com uns quaisquer sais com cheiros agradáveis).
Disse que ia meter a mangueira dentro de mim, e eu teria que fazer força e aguentar, sem evacuar. Depois de ter acabado o "tratamento" mandou-me novamente para a sanita, e aí sim, pude evacuar e sentir-me...muito melhor, mais livre, mais...leve
Ela saiu por instantes, e quando voltou mandou-me ir para a banheira.
- Deita-te na banheira de barriga para cima, cadela!
Assim fiz e ela, logo depois, entrou para a banheira também e, ao meu espanto, posicionou-se de pé, mas de costas para a minha cabeça e...ficou agachada de cócoras em cima da minha cara abriu o fato de rede, desviou a cueca para o lado e...começou a fazer xixi em cima de mim, na cara, no peito!
Fiquei inicialmente sem reacção, nunca pensei que me acontecesse um episódio de iniciação com “chuva dourada”, mas...tempos depois a situação excitou-me e eu fiquei com o pau duro novamente, ao que ela não ficou alheia.
- Eu sabia - disse ela - és mesmo uma puta de rua, sabia que gostavas de uma boa mijadela agora, limpa-me a cona com essa tua língua, até ficar limpinha.
E, meio enojado, mas excitado, assim fiz.
Posteriormente, ela saiu da banheira, lavou-me (inclusivamente o rabinho), deu-me uma toalha para me secar e mandou-me ir de gatas para o quarto.
Minutos depois regressou do wc, eu estava seco e nu sentado em cima da cama, quando ela se dirigiu a uma das gavetas do quarto e me atirou com umas cuecas de mulher rendadas.
- Veste isso, puta!
Mas, como estava de pau duro, o pau ficava de fora da cueca.
De cuecas de mulher e de coleira, ela mandou-me ficar de 4 novamente, trouxe uma mala para junto de mim, e pegou num frasco de lubrificante KY, com a luva calçada, espremeu o lubrificante e passou-mo de forma circular no cu, a ambientar-me ao frio e com uma consistência desconhecida, estava a excitar me!
Escusado será dizer que durante toda aquela massagem o meu pau esteve sempre duro, até que chegou o momento em que ela parou o movimento circular e meteu um dedo dentro de mim, meteu e tirou e voltou a meter.
Era a primeira vez que estava a ser penetrado, fodido e eu, timidamente, comecei a gemer, não conseguia segurar, era um prazer muito grande e ela dizia:
-Isso, puta, não tenhas vergonha, geme, eu não me importo, geme enquanto te fodo o cu, é bom não é?
E continuou os movimentos durante um bom tempo, até que, tirou da mala dois dildos, um pequeno e fino e outro grande e grosso.
Pousou o grande (o que me deixou com um certo alivio), muito embora me tivesse dado prazer com o dedo, não iria aguentar uma coisa daquele tamanho dentro de mim, continuou a mexer na mala dela e, tirou uma cinta que, imediatamente, vestiu. Colocou-se à minha frente, e vestiu-a como se de uma cueca se tratasse, logo depois, encaixou o dildo pequeno na dita cinta, puxou-me pela coleira e fiquei ajoelhado à sua frente (escusado será dizer que tinha o consolo em frente à minha cara). Ela pôs-me a mão na cabeça e disse para a chupar.
- Chupa, putinha, sei que gostas! Ordem é ordem e puta é para foder!
Eu tentava afastar a boca do consolo mas foi um esforço infrutífero,
Inicialmente sem qualquer jeito (nunca tinha metido um objecto fálico na boca), mas depois, com as dicas que ela me ia dando, lá fui chupando, mamando, mamei no pau dela até me lambuza, até que ela me mandou parar!
- Já chega, puta, isso é que é mamar com vontade! Vem atrás de mim!
Seguia-a até ao guarda-fatos do quarto, guarda-fatos esse que era espelhado, ela posicionou-me de 4 em frente ao guarda-fatos e pôs-se atrás de mim
- Agora, putinha, chegou o grande momento, o momento que toda a putinha espera que aconteça um dia, vais-me dar o cuzinho e eu prometo que vou ser meiga - disse em tom de gozo.
Pôs-se de joelhos atras de mim, e, devagar, começou a introduzir o dildo dentro de mim. Muito embora bem lubrificado e bem trabalhado com os dedos, o dildo sentia resistência a entrar, ao que, ela prontamente, cuspiu-me no cuzinho e fez ainda mais força, sem mais resistência...o dildo entrou todo.
E eu...de olhos fechados a aguentar...senti-o todo dentro de mim, era uma sensação estranha, mas que até era boa.
Com o pau todo melado e o cu cheio estava...muiiiito excitado
Ela parou por breves momentos e...reiniciou, agora em sentido contrário: a tirá-lo de dentro de mim e depois, novamente, no sentido oposto…o entra e sai…o mete e tira, a foder-me bem fodido.
- Olha para o espelho, querida, olha, vê a tua cara de prazer. Isso geme, puta, sente este caralho todo dentro de ti- dizia-me gemendo ela também.
E eu, sem qualquer pudor ou vergonha, olhava para o espelho e gemia, gemia de tanto prazer, que sentia o meu pau cada vez mais duro e mais...melado.
Saiu de trás de mim, e encaminhou-me para a cama, deitou-me de barriga para cima, e pôs-se em cima de mim, tipo...frango assado, fodeu-me mais uma vez, até que disse :
- Está a ter pouco resistência, de certeza que eras virgem? – Diz-me ela em tom irónico. - Nunca utilizei o outro dildo na primeira vez, mas vai ter que ser...
E assim foi, saiu de dentro de mim, despiu-se, voltou a vestir a cinta e nua colocou um dildo grande e grosso. Não posso dizer o tamanho certo, mas era com certeza do tamanho do meu pau ou maior, e o meu tem 19 cm!
Não aguentava aquele tesão, estava a ser a noite da minha vida, nunca pensei que ser comido por uma mulher fosse tão...bom!
Ela, com o dildo colocado, sentou-se em cima da minha cara, dizendo:
- Lambe, puta, faz-me vir na tua cara! Não és só tu que vais gozar! Quero-me vir na tua cara!
Esfregava-se toda na minha cara, boca, nariz, até que, se veio toda gemia e escorria e esfregava-se, sujava-me a cara toda com todo o seu mel e eu, sempre de pau duro!
Cada vez mais e mais excitada, saiu de cima da minha cara e voltou para cima de mim, colocou a cabeça do dildo na entrada do meu rabo e começou a meter bem devagar e, efectivamente, começou a entrar e a entrar e eu...a gemer cada vez mais alto, até que, estava todo dentro de mim. Tinha o cu cheio, mas doía. Mas era dor e prazer misturados, sensação que nunca tinha sentido, gemia, gemia muito, até que não aguentei, e pela primeira vez disse:
- Fode-me, fode-me todo!
E ela, então sim, começou a foder-me, como realmente se deve comer um cu. E eu gemia, rebolava, até que, sem aguentar, e sem nunca tocar no pau, vim-me, vim-me todo, esporrei-me todo, sem qualquer controle, para o peito, para a cama, para a cara, fiquei todo sujo e ela louca a meter e a tirar até que parou com o dildo dentro do meu cu. Confesso que foi a primeira e única vez que me vim sem tocar no caralho, apenas a levar no cu, orgasmo puro….
Depois… bem, depois de eu ter gozado, ela quis também, sempre numa posição dominadora, embora passiva ou seja, tive que a foder e aí sim, não era novidade para mim, só fiquei surpreendido quando ela, ao ouvido (enquanto a fodia) disse:
- Não és só tu que gostas de levar no cu! Eu adoro, ainda mais depois de toda a excitação que me proporcionaste! Adorei!"
FIM
(escrito por  P.)


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Queres(-me)?

Envolve-me num doce abraço, a tua pele a tocar a minha quente e febril por tanto tempo de espera.
As tuas mãos a aquecerem-me, a lerem-me com a ponta dos dedos, desvendando os meus segredos mais íntimos.
Os meus seios nas tuas mãos, a tua língua a beijar-me a pele sensível do pescoço, a arrepiar-me a pele.
Sentir-te em mim, tão dentro de mim, fundo, deliciosamente, todo!
O amplexo dos teus braços quentes, o fogo a correr nas veias...
Deixares em mim o teu cheiro, a tua essência.
E só me apetecer pedir que recomeces uma e outra vez, enquanto as nossas bocas se (re)encontram de novo!

 Queres(-me)?

Beijos prometidos
D.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Frio?


A protecção civil aconselha a beber líquidos quentes para  combater o frio...
Aqui ficam as sugestões do dia, para um sábado mais quente.

Beijos prometidos
D.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Procura-se

Mulher exausta procura homem com dose de ternura  suficiente para a ajudar a recuperar!

Enquanto não aparece, vou tentando cumprir com tudo...

Beijos prometidos
D.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Explicação...integral (parte I)

"Ele observou-a atentamente após a explicação da dúvida de Matemática. Tinha-se deslocado a casa dela aflito por tentar perceber o complicado teorema que sabia que ia de certeza sair no exame final.
Afinal aquele professor era lixado e só iria pensar em "complicar" a vida daqueles adultos que tentavam subir nas carreiras "congeladas" à custa de mérito próprio e aumento de conhecimentos. Nunca tinha olhado para ela com "olhos de ver", como diz o povo, mas agora ali, em casa dela, a observar os reflexos do fogo da lareira a brincarem com o seu cabelo apercebeu-se que sustinha a respiração, encantado. Não compreendia se queria estudar ou beijá-la apaixonadamente, sua cabeça pareceu ficar mais confusa ao ver a sua magnífica silhueta apertada numas calças de ganga justas e uma blusa que lhe contornava o peito, embriagado pelo seu perfume, balbuciava-lhe os seus problemas e dúvidas de matemática sentado há horas naquela mesa da sala.
Ela, sentada ao seu lado, aproximando-se para mais perto dele, enquanto as explicações decorriam. Ele distraia-se cada vez mais, nem querendo olhar para o lado, mas a sua proximidade deixava-o inquieto e acabava por se perder a olhar para o seu peito, depois, tentava concentrar-se e olhava para ela, fixando o olhar nos movimentos dos seus lábios rosados.
Ela, apercebendo-se que ele estava perdido e desconcentrado, afagou-lhe a cara.
- Calma, estás muito distraído! Para onde estás a olhar?- pergunta-lhe curiosa.- Para ti -responde ele timidamente.
Surpreendida ela olhou para ele, sempre o tinha visto como um aluno, apesar de ele ser um adulto de 35 anos, pois levava muito a sério a responsabilidade de o estar a preparar para aquele exame da faculdade, mas também sentia que havia algo estranho, naquele dia, no ar.
Engoliu em seco e fixou seu olhar no dele, parecendo sondá-lo sem perguntas...Propôs, então, que fizessem uma pausa, pois já estavam a trabalhar há imenso tempo e mereciam descansar um pouco e bebessem um café e um licor no sofá, para porem a conversa em dia.
Há muito tempo que não conversavam sobre assuntos pessoais, sempre a maldita matemática a interpor-se entre eles como uma barreira.
Ela levantou-se, espreguiçou-se languidamente como uma gata, convidando-o a acomodar-se no sofá, enquanto ela  ia até à cozinha para fazer o café .
- Escolhe algo para bebermos aí do bar, qualquer coisa para mim está bem! Há gelo nesse balde térmico - disse-lhe com um sorriso terno.
Ele levanta-se aliviado da tensão dos estudos, meio perdido na casa nova deu com o carrinho dos licores, aproximou-se e, no meio da oferta, pôs-se a pensar no que seria o seu favorito...recordou-se de ela ter dito que gostava muito de Baileys e decidiu-se a servir duas porções generosas com gelo, pousou os copos na mesa de serviço, em frente ao sofá, bem perto da quente lareira e aguardou o seu regresso, colocando-se de lado no sofá, enquanto falavam ao longe de temas banais das suas vidas.
Eis que ela se aproxima com duas chávenas num tabuleiro, inclinou-se para ele e deu-lhe uma chávena e mais uma vez sente que o olhar dele se fixou no seu decote. Ela sorriu e sentou-se pondo-lhe a mão na perna, este quase saltou face à onda de desejo que o percorreu.
- O que se passa porque estás tão nervoso? - Pergunta-lhe ela
Ele olhou-a bem no fundo dos olhos, respirou fundo e disse-lhe:
- Vamos beber o café antes que arrefeça. Espero que gostes do que escolhi para bebermos, juntei-lhe 2 pedras de gelo, porque parece-me que te tinha ouvido dizer que era assim que gostavas! Depois falamos do motivo do meu nervosismo, ok?
- Ok, tens razão. Vou só pôr uma música de fundo para estarmos mais confortáveis. – Responde-lhe ela com um sorriso enigmático.
Levantou-se e ao baixar-se para escolher o CD para colocar na aparelhagem espetou um traseiro redondo, que pareceu enfeitiçá-lo com tanta sensualidade. Acende umas velas aromáticas e baixa a intensidade da luz antes de voltar a sentar-se junto dele.
- Assim estamos melhor, afinal merecemos um ambiente acolhedor depois de tanto trabalho! - Disse-lhe ela, piscando o olho.
Bebem o café, falando de banalidades, o último livro que tinham lido, o último filme que tinham visto, achando piada ao facto que tinha sido o mesmo. Passam para o licor que começam a bebericar mais descontraídos. Ela deixa cair uma gota de Baileys, que escorre pelo canto da boca e que ele se apressa a limpar com o dedo, levando-o à boca e chupando-o enquanto olha para ela.
- O Baileys sabe ainda melhor bebido assim de ti! – Sussurra-lhe ele com voz rouca de desejo.
Ela sorri maliciosamente com tal ousadia, apercebendo-se que, subitamente, o seu nervosismo pareceu desaparecer. Sabe que ela é a causa e lambendo os lábios, olha fixamente para ele, com os olhos brilhando.
-Ohhh -diz ela - atirando o peito pra frente e rindo! - É mesmo? Talvez deva experimentar o Bailey’s dessa maneira...
E chegando ao copo dá um suave trago, mas não engole o néctar, inclina-se para ele e beija-lhe os lábios suavemente...ao que ele corresponde selando os lábios nos dela, seus corpos aproximam-se e beijam-se apaixonadamente. Quebrou-se o gelo e, entre murmúrios de prazer, ouve-se a música de fundo, o crepitar da lareira e o gelo a estalar no copos.
- Uiiiiiiiiiii que delícia é beber assim de ti, tinhas razão- diz ela, de forma sedutora.
Ele encosta-se sobre ela e fá-la deitar no sofá, beijando-lhe o queixo, mordiscando-a ao de leve, surpreendido com o desejo avassalador que sente. Volta a beijá-la, circundando-lhe os lábios com a ponta da língua. Beija-a lentamente, saboreando-a, degustando-a como se quisesse matar a sede que durante toda a noite sentiu dela.
As respirações começam a alterar-se e ele vê-a arquear o corpo de encontro ao seu. Sussurra-lhe:
- Há horas que me apetecia beijar-te, tocar-te assim, toda, sem deixar um pedacinho de ti por provar, minha loucura. E assim será, minha professora!
Ele beijava-a sofregamente, apertando o corpo contra o dela, a língua começa a bailar dentro da boca dela digladiando-se com a sua. Suas mãos ansiosas percorrem-lhe a cara, passa os dedos pelos seus cabelos, agarra-lhe a face e deixa as línguas envolverem-se em rituais de acasalamento de cobra.
Ele delicia-se ao sentir-lhe os mamilos erectos cravados no seu peito e a sua anca a rodar, roçando o seu ventre na cintura dele...
Impelido pelos gemidos que ela profere, o desejo cresce desenfreadamente, percorre-lhe o peito com as suas mãos fortes, levanta-lhe a camisola e segue serpenteando a língua molhada pelo seu torso, pela barriga quente até chegar aos seios, deixando um trilho de fogo na pele. Tocando, acariciando cada milímetro da pele exposta, como há muito desejava fazer.
A respiração arquejante dela transforma-se música para os seus ouvidos, convidando-o a passar a língua pelos seios por cima do soutien. O gemido dela é tão doce, que sem receio, lho desaperta, soltando os seios que tremeluzem à luz do fogo e das velas. Passa a ponta da língua pelos bicos erectos, duros de tesão, chupando-os levemente e arrepia-se quando sente as mãos delas a prenderem-lhe a cabeça de encontro a eles.
Então ela prende-lhe os lábios, num beijo húmido e quente. Ele encosta-se ao corpo, sentido labaredas a correrem-lhe nas veias, roça-se levemente nela, num convite mudo. Ela, ofegante, sai de baixo dele e diz-lhe:
- Agora é a minha vez! Também tenho fome de ti!
Ele, estarrecido, rende-se à investida de tanta sensualidade.
Puxa as almofadas do sofá e uma manta para junto da lareira e fá-lo deitar-se, ajoelha-se na sua frente e desaperta-lhe a camisa botão a botão, beijando com volúpia a pele exposta. Tira-lhe a camisa e vê deliciada o tronco moreno de músculos bem definidos. Passa a língua pelos lábios e diz-lhe:
- Vou-te devorar…
Ele fica só de boxers bem justos ao corpo, pretos, delineando a sua masculinidade.
Ela geme de puro tesão ao vê-lo duro sob aquela sensual peça de roupa. Morde o lábio inferior, passa a mão pelo contorno do caralho duro e diz-lhe:
- Que tesão de gajo! Há muito que tinha fantasias nocturnas contigo, que só passavam quando me tocava, imaginando que eram os teus dedos, a tua boca, o teu caralho que me tocavam!
- Agora vais ter o que desejas - diz ele enquanto lhe afaga a cara e lhe coloca a mão nos boxers. - Vai lá,  e há muito que ele espera para ser libertado!...
Ela com a mão esfregando aquelo sexo duríssimo solta um “Aiiiiiiiiii“ languido, dizendo:
- Quero tanto o teu caralho! Dá-mo!
 E, num ápice de volúpia, puxa-lhe os boxers pra baixo fazendo o seu pénis saltar como uma mola, batendo-lhe na cara. Ela roça gulosamente a face por ele e apressa-se a beijar a cabeça do pénis, chupa-o desenfreadamente.
Ele geme como um doido dizendo:
- Isso linda!  Ai, amor, chupa-me todo! Como é bom ser sugado assim por ti!
Mas ela larga-o e diz-lhe
- Não tenhas pressas, querido, ele agora é meu!
 E abranda o movimento, para agora apenas brincar com ele nas suas mãos, enquanto o olha nos olhos embevecida. As pernas dele estremecem com o seu toque. Ela inclina-se e retira de cima da mesa o copo, donde tira uma  pedra de gelo, que segura entre os lábios, passando-a, lentamente, pela barriga dele, num jogo entre o frio do gelo, e o calor dos seus lábios.
- Ai meu deus, que vais tu fazer? - Geme alto, contorcendo o corpo - Fode-me,  por amor de deus! Não me faças sofrer com tanta espera - Implora-lhe.
- Vais saber o que é sentir tesão- responde-lhe ela.
Ela não desiste da sua doce tortura, dá-lhe gozo o poder e ver que aquele  corpo másculo se rendeu à sua mestria.  Em seguida passa-lhe o gelo nos seios, lambe-o e apalpa-lhe o sexo. Afinal os 40 anos dela sempre lhe dão 5 anos de experiência em relação a ele. Passa com a pedra de gelo pelo seu pénis duro, para logo de seguida o deixar sentir o toque de fogo da sua língua.
Volta a abocanhá-lo, chupando-o com uma lentidão torturante, deliciando-se com o seu sabor, sentindo o calor daquele caralho duro a derreter o gelo na sua boca. Sobe o corpo para o beijar, dando-lhe a provar o seu próprio sabor levemente salgado…
Ele delira, mas depois de tanto tempo desejando secretamente aquela mulher, rende-se às evidências, seu corpo vai explodir! E fora de controle pede-lhe:
- Chupa-me até me vir, amor! Chupa-me com boca maravilhosa que estou-me quase a vir!
Ela corresponde ao pedido e começa a chupá-lo com mais intensidade, enquanto enfia um dedo na boca dele e vibra de prazer enquanto ele lho chupa. Passa com esse dedo molhado pelos mamilos dele, enquanto a boca gulosa prossegue o seu movimento de vaivém cada vez mais rápido. Os gemidos de ambos ecoam pela sala, juntando-se ao som da música.
Ela sente o pénis dele latejar dentro da sua boca e apressa-se a domar aquele rolo de carne que pulsa desmedidamente! Ela, também louca de tesão, resolve agora dedicar as suas mãos aos tomates do seu macho e, enquanto lhe devora o pénis com a boca, bate-lhe ao mesmo tempo uma punheta e afaga-lhe as bolas inchadas de sémen.
O rapaz, coitado, moço de boas famílias e educadíssimo solta palavrões que ecoam pela sala:
- Isso, fode-me assim! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Não aguento muito mais!
Ela ri-se do tesão dele. Pára de o chupar e passa a língua pelas bolas dele, molhando-as com a ponta da língua, lambendo-as, e enfiando uma na boca onde a chupa delicadamente, passando à outra. Levanta-lhe as pernas e passa com a língua pelo buraquinho do seu cuzinho, enfiando delicadamente a língua nele, que fica extático, estranhando a carícia, para, rapidamente, esquecer os tabus e deleitar-se.
Ao vê-lo assim deleitado, ela finalmente resolve-se a acabar com o seu sofrimento, aperta-lhe com força o caralho e diz-lhe:
  - Vais-me dar o leite todinho, meu cabrão delicioso! Vou-te drenar estes tomates cheios de esporra!
E abocanha-lhe de novo o caralho, sua boca vai num vaivém de baixo pra cima e em espiral, ele semicerrando os olhos só vê um rabo-de-cavalo aos pulos e atirado ao ar como um chicote, grita e vêm-se na sua boca.
Estremece o corpo enquanto solta golfadas de esperma agora para cara dela.
Ela, arqueja de prazer, passa os dedos por toda aquela esporra e leva-os à boca, chupando-os num deleite de prazer. Baixa-se sobre ele e beija-o, obrigando-o a provar-se também, o que ele nunca tinha feito, mas que, inusitadamente, o excitou.
Beija-a com sofreguidão, sequioso dela, afinal era um cavalheiro e tinha de lhe retribuir o prazer recebido!"
Mas isso é para outro relato, ou seja "continua"!
(escrito por H. Rod e Desire) 

Beijos prometidos
D.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Abraça-me...

Gosto de abraços assim...
De corpo e alma


Beijos prometidos
D.