terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Explicação Integral (parte III)

Ela pega-lhe pela mão e arrasta-o pela sala em direcção ao wc,  ri-se e olha para trás para o pénis inchado e pendurado do seu amante.   Ele pergunta-lhe a razão desse sorriso maroto.
- Tadinha está mortinha mas vou-a animar no banho, nada como um bom duche para voltarmos à vida, não é,  meu amor?
Ela pega a picha do seu homem e puxa-o com força para casa de de banho e ele vai de "trela" babado e a rir-se:
- És doida...mas gosto de ti assim!
Ela acende a luz indirecta da casa de banho, liga o chuveiro, regula-o para uma temperatura quentinha. Abre as portas da box e puxa-o, continuando a sorrir,  lá para dentro.
A água acaricia-os a ambos, deslizando sobre as peles suadas, numa carícia íntima.
Beijam-se novamente sob o jacto quente, as mãos de ambos a deslizarem pela pele ao ritmo da água que cai.
Ela pega no gel de banho de cheiro a baunilha e coloca uma porção nas mãos, deslizando-as sobre o tórax dele, que ensaboa lentamente, enquanto trocam beijos, intermitentes trocam juras de amor e carinhos. Há um bailar de mãos que acariciam os corpos, ela no seu tórax e ele passando a esponja pelas costas dela, com a outra apalpa-lhe o rabo. Abraçam-se e  a pele escorregadia de ambos torna-se erótica ao ponto do desejo reacender. A água quente ajuda ao resto e uma troca de olhares revela que ambos se sentem da mesma forma. Ela volta-o de costas e  ensaboa-lhe as costas, beijando a pele lavada e perfumada, as mãos acariciam-lhe o dorso, descendo lentamente em direcção às nádegas firmes que ela gosta tanto. Ensaboa-as e acaricia-as com volúpia. Baixa-se na box e passa levemente os dentes por aquela parte anatómica que tanto a seduz.
Ele sente uma mordidela no seu rabo, que o arrepia todo!
- Ai puxa! Não sejas bruta ou senão trinco-to o teu também!
Ela ri-se e agora vai roçar-se como uma leoa nele, prensa os seus seios na suas costas e massajas-as com os seios suavemente,  suas mãos correm pelo peito do amado e ela vai buscar mais gel.  Enquanto lhe beija o pescoço aproveita para roçar a púbis nas suas nádegas e ele excitado diz:
- Ui...sabe tão bem. 
Ela de repente agora com um mão cheia de gel duche começa a afagar-lhe o caralho muito lentamente, ele reage imediatamente com uma brutal erecção
- Ui já está assim tão boa? ..tens de esperar, amor, vou limpar a tua ferramenta!- diz-lhe ela.
Passa a mão sobre o caralho duro e ensaboa-o lentamente,  o que o faz ficar ainda mais teso e duro, enquanto a água e as mãos dela o acariciam. Fecha os olhos e encosta-se à parede do chuveiro, saboreando aquelas carícias molhadas. Sente a boca dela a aproximar-se do seu membro e suspira de prazer enquanto sente a boca dela a devorá-lo lentamente, estremece quando sente a cabeça a tocar-lhe na garganta e segura-lhe os cabelos molhados para lhos afastar do rosto e poder observá-la enquanto o engole, chupa, devora como se ele fosse simplesmente divino. 
-Divinos são estes movimentos de vaivém - pensa ele
- Ui tão bommmm - diz ele - ahhh boca linda ...
Ela, sentindo-o estremecer, luta contra a água que a molha e parece  retirar-lhe o gosto do pénis, ele roda-a pela anca, de maneira a que a chuva doce apenas lhe cai nas suas costas e dedica-se totalmente à mamada. Atira-o contra a parede, geme enquanto traga aquele naco de carne...finca-lhe as unhas nas nádegas forçando o corpo do amado a ir mais fundo na sua garganta, quando ela já tem o seu membro engolido quase ate às bolas,  insanamente aumenta o ritmo da mamada até se engasgar, tira-o da boca, respira enquanto lhe bate uma punheta com uma velocidade incrivel e volta a engolir o caralho!
Antes de ela o fazer vir ele grita:
- chega porra ainda não!
E pega nela pela cabeça, força-a vir para cima e beija-a sofregamente. Gostou de se sentir assim, engolido por aquela boca que o deixa louco, mas apetece-lhe mais, muito mais. Puxa-a de encontro ao corpo e encosta-a contra a parede, começando por lhe beijar os lábios que há pouco o enlouqueceram.
Pega no gel e ensaboa-lhe os seios fartos, passando lentamente a mão por aquela perdição. A boca suga-os. Sente-lhes o sabor a baunilha, o calor da água, o estremecer da pele dela em reacção ao seu toque e os mamilos endurecidos. Explora aqueles bicos duros com a boca, gulosamente, com tesão, esfrega e lambe as tetas da sua bela professora, percorre-lhe o peito e as costas, até uma mão se perder na sua rata.
- Vou-me vingar do teu broche! - diz ele.
E com os dedos molhados começa a introduzi-los freneticamente na cona húmida e quente dela, que geme desesperada pelo que lhe parece um martelo pneumático de 3 pequenas pontas a abrirem-lhe a gruta, geme contorce-se e grita:
- Não! Pára, cabrão ...hummmmmmmm!  não me faças isso!.
Ele levanta-lhe uma das pernas, insensível às suas palavras e aumenta a profundidade de introdução. Sente-a estremecer descontroladamente e sorri satisfeito.
Gosta de a sentir sem defesas, perdida em ondas de prazer. Com o polegar esfrega-lhe o clitóris, sabendo já que isso a enlouquece ouve-a gritar de prazer  o som abafado pela água a correr, e aquele orgasmo "aquático" deixa-o alucinado.
Baixa-se e passa a língua pela sua púbis, puxa-a de encontro à sua boca esfomeada e lambe toda aquela extensão de pele que o deixa louco. Segura-lhe com cuidado o clitóris entre os dentes e começa a sugá-lo delicadamente, enquanto continua a introduzir-lhe os dedos dentro dela,  mas apressa-se a lamber os lábios exteriores, até lhe introduzir a língua na cona molhada.  Afasta-lhe as pernas para o lado,  crava a sua boca totalmente na sua vagina e lambe-a de cima para baixo,  ficando neste ritmo durante minutos, que a ela lhe parecem uma eternidade,  geme e grita e quase a vir-se ele vira-a colocando-a de costas contra a parede do chuveiro, enquanto lhe dá os dedos a chupar.
Agarra-lhe pela parte interior das coxas e vai lamber as suas nádegas.  Ela oferece-se empinando o rabo, ele afasta-lhe as nádegas com as mãos, começa a lambê-la e a enfia-lhe a lingua no olho do cu,  de vez em quando lambe-lhe o papo,  mas insiste no seu buraco lindo até se levantar e dizer:
- Espera que agora é que vão ser elas mete-lhe dois dedos no cuzinho, a alargá-lo.
Ela grita, ele pega no sabão esfrega-o no buraco e pela picha e crava-o violentamente dentro do seu cuzinho. Ela sente-o dentro de si, totalmente preenchida. A dor tinha sido evitada pelo estranho lubrificante usado, afinal "a necessidade é a mãe de todos os engenhos" e encosta-se aquele corpo,  a fim de o sentir ainda mais dentro e começa a rebolar-se de encontro àquele caralho duro, sambando empalada no seu caralho.
A senti-lo entrar e quase sair, sem o deixar completamente, só para ter o prazer de o voltar a sentir a entrar dentro de si e deixá-la arrepiada, com a mão direita acaricia o clitóris enquanto continua a "sambar".
Esfrega-se loucamente, sente-se loucamente excitada, parece que nada a consola, que nada lhe chega agora
- Fode-me,  meu amor! Rebenta o meu cuzinho...fode a tua menina - pede-lhe rouca de tesão.
Ele doido por essas palavras,  crava-a contra a parede de vidro do duche,  agarra-lhe o cabelo e começa a bombar fortemente, ela grita com a cabeça esmagada contra a parede de vidro, vêm-lhe as lágrimas aos olhos, enquanto grita e sente aquele bastão a abrir-lhe as tripas, sente uma mão a apertar-lhe fortemente o seio e a morder-lhe o ombro,  enquanto se  crava mais fundo e mais rápido.  Ele bomba insanamente, enquanto ela escorrega pelo vidro abaixo, suas pernas tremem e ele vê-se forçado a levantá-la, consecutivamente, abraça-a enquanto a penetra.
Cansado arfa, pára um pouco e começa num ritmo de estocadas, toma balanço e de 3 em 3 segundos atira-se violentamente para frente e de cada vez que o faz mais ela geme e estremece, diz-lhe asneiras e trata-o mal:
- Fode-me!  Fode-me mais! Quero-o todo. Quero-te todo!
Ao que ele responde, penetrando-a ainda com mais força.
- Quero mais- pede ela.
Ele assusta-se um pouco com tanto desejo, mas segue-a e faz-lhe a vontade.
- Quero tudo- geme ela - É bom!
- Sim, amor, simmm! Que belo cú, quero comer-te a tripa toda!
E bomba e bomba, ela pede mais, pede tanto que parece que ele não chega pra encomenda!
Ele sua as estopinhas para atender ao pedido da sua amada, seu coração disparado, ela arfante e ofegante
grita de dor, de prazer, de tesão.
Ela estremece e vem-se,num squirt que parece não ter fim.
- aiii aaaiiiiaiiii, que cabrão, adorei! fodaaaaaaaaaa-se
Ele sente-a toda, deixa-o cravado bem no fundo,  enquanto suas mãos procuram o equilíbrio pelas paredes do chuveiro, treme violentamente, ao que ele lhe pergunta:
- Onde queres o meu leite, diz-me,  minha queridaaaa- diz onde queres o meu leite, estou-me quase  a viiiiir.
- Onde quiseres, meu doce.- responde-lhe ela.
Ele por fim larga-a, seu caralho inchado até faz "pop" quando sai de dentro dela, agarra-a pra não cair,  mas ela acaba sentada de lado  no chão da cabine, arfa e encosta a sua cabeça à perna dele, ele estrangula a sua picha, deixa-a retomar a fôlego.
Ela diz-me:
- Dá-mo na boca,  meu filho da puta, cabrãooooooooo ..de merda.. e agarra-lhe o o caralho.
Ele esporra-se de imediato na sua cara, numa única golfada, ela tenta engolir o esperma que lhe voa à frente dos olhos, cai-lhe na testa, cabelo, lábios e boca, dizendo:
- Delíciaaaaaaa!
Tenta apanhar tudo que pode, lambe-se e vai lamber o caralho ate à última gota. Encostam a cabeça em cada ombro e  ficam ali a tentar recuperar a respiração, enquanto a água continua a correr-lhes sobre os corpos cansados, mas satisfeitos.
Saem do banho e ele embrulha-a numa toalha e começa a secá-la carinhosamente.
- Que belo banho diz ele...tens de me dar a marca daquele gel duche
Ela ri-se,  enquanto se secam.
- És mesmo parvo,  pá! diz-lhe ela rindo.
Riem-se ambos numa gargalhada feliz que ecoa pelo espaço.
Ele continua a secá-la,  toalha  e as mãos a acariciá-la e a mimarem-se mutuamente, ela puxa-o para o quarto e deita-se nos seus braços, a descansar, abraçam-se ternamente, as mãos a tocarem, a alisarem com ternura a pele.
Saciados...
Cansados...
Satisfeitos...
Ele pergunta-lhe como bom cavalheiro (sabe que não pode mais com uma gata pelo rabo), mas pergunta-lhe:
- Estás bem amor? Queres mais?
- Quero mais, muito mais...mas não agora - murmura ela. Agora só quero que me mimes assim!

(escrito por H. Rod e Desire)  
 
_____________

Beijos prometidos
D.

14 comentários:

  1. Realmente deve ser um gel muitooo bom :p

    Não, é uma professora xD

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    1. Ou a professora virar aluna;)
      Beijos prometidos

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  2. Sempre temperaturas muito elevadas por estes lados... :)

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  3. Não. Simplesmente gosto de balões xD

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  4. Intensidade ao rubro... Hmmmm
    Banho de erotismo tão bom...

    Beijos

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  5. ergo-me de prazer que me venhas..

    a ver !! .desfruta podes ficar com palavras minhas

    eu gosto de dar prazer......


    beijos em ti!!

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  6. Não sei mas fui invadido por um calor estranho...
    Tá calor mesmo! :)

    Beijos

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  7. Bom demais, assim, então...


    Beijos.Me

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Beijos prometidos

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