quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Falsidade

E hoje apetece-me gritar o quanto odeio "falsidade"!
 Nunca hei-de perceber motivo de se mentir assim. Irra!
 

12 comentários:

  1. Pois é amiga, não sei o que te aconteceu, mas lido mal, muito mal mesmo, com a mentira e a falsidade.

    Beijo(ta)

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  2. Do mesmo mal sofro eu, lido mesmo muito mal com a mentira e falsidade, sejam mentiras pequenas, insignificantes ou grandes...
    Sendo "indispensável boa memória após se haver mentido." (Pierre Corneille), quem mente devia pensar que rapidamente se é apanhado, não é?
    É preferível não "dizer", a ser "falso".
    Beijos prometidos

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  3. Os humanos são mentirosos patológicos, simplesmente alguns conseguem controlar-se! beijocas!

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    1. Assim, pareces Erasmo de Roterdão quando afirma que o "espírito do homem é feito de maneira que lhe agrada muito mais a mentira do que a verdade". O controle depende da profundidade do que "agrada"?

      Beijos prometidos

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  4. Ergue-te bem acima do mundano!

    Beijos de apoio!

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    1. Eu tento, mas às vezes...custa tanto:(
      Beijos prometidos

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  5. Respostas
    1. Será virtude feminina? ;)
      Beijos prometidos

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  6. Mesmo. Mas amanhã será um dia melhor!

    Não podia concordar mais contigo. Vou começar a fazer como um blogger que sigo que avisa os bloggers que têm verificação e só lá volta depois de não ter.

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    1. Ando a deixar um aviso semelhante;)
      Beijos prometidos

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  7. Eis o paradoxo actual mais em voga!
    O ser humano quer mentir e quer que o enganem, preferindo a ficção à verdade, porém, receia o engano, sonhando com a razão das coisas, a verdade verdadeira.
    Confuso e contraditório, certo?
    A verdade, de tão necessária que é, conduz à desertificação, ao escrúpulo, à inércia… e à morte.
    Renan, dizia que a verdade é triste e por tanto me lembrar disto, talvez se tenha tornado justo e natural considerar que as pessoas odeiam aqueles que dizem ou tentam dizer a verdade.
    A meu ver, a verdade é mais frequentemente, infernal, temível e anti-social.
    A verdade parece destruir a luminescência das ilusões e a imprescindibilidade dos afectos, obrigando a humanidade a defender-se como pode, ou seja, proteger com unhas e dentes a subjectividade da sua existência, apenas suportável às custas das promessas, dos embustes, das ficções, etc.
    Ninguém quer sofrer mas também não quer ser herói.

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  8. Assim, estamos na senda de Proust quando afirma que mentimos "para proteger o nosso prazer ou a nossa honra se a divulgação do prazer for contrária à honra. Mentimos ao longo de toda a nossa vida, até, e sobretudo, e talvez apenas, àqueles que nos amam. Só estes, com efeito, nos fazem temer pelo nosso prazer e desejar a sua estima".
    E, assim, deparamo-nos com a eterna dualidade entre bem/mal, correcto/incorrecto/, verdade/mentira...dicotomias que se centram na própria complexidade humana.
    Beijos prometidos

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Beijos prometidos

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